O STF abriu o ano judiciário de 2026 nesta segunda-feira (2). Em seu discurso, o presidente da Corte, ministro Edson Fachin, anunciou a criação de um código de ética para ministros como principal compromisso de sua gestão.
A ministra Cármen Lúcia será a relatora da proposta, conforme Fachin, e a medida visa fortalecer debates institucionais sobre integridade e transparência no STF.
Durante o pronunciamento, Fachin agradeceu aos ministros, com menção especial ao ministro Alexandre de Moraes, que presidiu a Corte interinamente no fim de 2025.
Ele também abordou o tema da censura, ao relembrar o AI-5, em 1968, marco do endurecimento do regime.
Ao encerrar, Fachin destacou o papel da Justiça Eleitoral e afirmou que o Judiciário atuará para garantir eleições livres, coibir abusos e combater a disseminação de informações falsas, mantendo-se distante de disputas político-partidárias.
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