“Nunca fui na ilha”: Trump nega amizade com Epstein e diz que ele queria prejudicá-lo
Meta descrição: o atual presidente dos EUA, Donald Trump, nega ter sido amigo de Jeffrey Epstein e vê as publicações como parte de uma tentativa de prejudicá-lo; documentos DOJ citam o caso entre acusações relacionadas a menores.
O presidente dos EUA afirmou, em publicação no Truth Social, que nunca foi amigo de Jeffrey Epstein e que as acusações de convivência com o financista são falsas. Trump chamou Epstein de canalha e afirmou que não visitou a ilha associada a ele, sugerindo que muitos democratas corruptos teriam ido até lá e dizendo que planeja processar alguns membros da chamada esquerda radical.
Na sexta-feira, o Departamento de Justiça divulgou novos documentos sobre o caso Epstein, totalizando mais de três milhões de arquivos. Em meio a esses documentos, Trump é citado em trechos que incluem uma acusação de abuso de uma menor de 13 anos.
Entre as passagens, há a afirmação de que “Jeffrey Epstein trazia as crianças e Trump as leiloava”, descrevendo a forma como ele avaliava partes do corpo e as classificava conforme a firmeza. Essas menções aparecem na denúncia associada ao presidente dos EUA.
O material também relata que Trump teria mantido relação com uma menor e “participava regularmente do pagamento de dinheiro para obrigá-la a praticar atos sexuais com ele”, além de ter presenciado o momento em que o tio da jovem “assassinou seu filho recém-nascido”.
O DOJ indicou, no fim de 2025, que algumas das alegações eram falsas e sensacionalistas, afirmando que, se tivessem credibilidade, já teriam sido usadas contra Trump.
O presidente de 79 anos afirmou ainda ser contrário à divulgação total dos arquivos para evitar prejudicar pessoas inocentes, lembrando que “todo mundo era amigo desse cara”.
Contexto histórico: a polícia de Palm Beach, na Flórida, abriu a investigação em 2005 após relatos de abuso de uma jovem de 14 anos. O FBI entrou no caso e coletou depoimentos de várias adolescentes que disseram ter sido contratadas para realizar massagens sexuais em Epstein. Embora Epstein tenha feito um acordo que o livrou de um processo federal, ele foi condenado por acusações estaduais de prostituição envolvendo menor de 18 anos e cumpriu 18 meses de prisão.
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