O Palmeiras informou nesta segunda-feira, 2 de fevereiro, a rescisão do patrocínio com a empresa Fictor, alegando inadimplemento contratual e o pedido de recuperação judicial apresentado pelo grupo. O acordo previa R$ 30 milhões por temporada, com duração de três anos e possibilidade de extensão para até quatro temporadas.

A nota do clube também aponta que a Fictor possui dívidas com o Palmeiras e que a diretoria estuda as providências cabíveis. No pedido de recuperação judicial, divulgado no fim de semana, a Fictor aparece como credora do próprio Palmeiras, com a dívida estimada em R$ 2,6 milhões.
A Fictor ganhou manchetes em 17 de novembro de 2025 ao anunciar a compra do Banco Master por R$ 3 bilhões. No dia seguinte, o Banco Central decretou a liquidação da instituição e a Polícia Federal lançou a Operação Compliance Zero, que levou o banqueiro e outros integrantes da cúpula à cadeia.
O patrocínio com o Palmeiras havia sido firmado em abril de 2025, com valor de R$ 30 milhões por temporada e vigência de três anos, com possibilidade de prorrogação para até quatro. A rescisão, portanto, altera o cenário de patrocínio no futebol brasileiro e abre espaço para novas negociações entre clubes e empresas.
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