Teólogo promete doar US$ 100 mil para investigação sobre o evangelista Todd White

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Meta descrição: Polêmicas envolvendo Todd White e Mike Winger: vídeos críticos sobre Bethel, acusações de má gestão financeira na Lifestyle Christianity, uma investigação de US$ 100 mil e uma petição com mais de 1.300 assinaturas.

Todd White, conhecido pregador americano e fundador da Lifestyle Christianity, com sede no Texas, é alvo de novas atenções após uma sequência de vídeos de Mike Winger. Pouco menos de três semanas depois que o professor bíblico e podcaster lançou um vídeo de quase seis horas criticando a forma como líderes da Igreja Bethel lidaram com o ministro profético Shawn Bolz, Winger lançou outro vídeo anunciando que financiará uma investigação de 100 mil dólares contra o evangelista Todd White.

White é celebrado como pregador e fundador da organização ministerial Lifestyle Christianity, sediada no Texas. Ex-viciado em drogas e ateu, converteu-se ao cristianismo em 2004 e, desde então, atua em círculos carismáticos, autodeclarando profeta e ganhando visibilidade pelo ministério de cura.

Em um vídeo de quase cinco horas, Mike Winger afirma ter reunido anos de provas e depoimentos de membros da igreja de White. Também circula online a petição “Todd White Petition”, com mais de 1.300 assinaturas, que pede à Lifestyle Christianity que abandone acordos de confidencialidade, pare de silenciar indivíduos e se submeta a uma investigação independente.

Entre as acusações, Winger aponta falta de mecanismos de prestação de contas por parte da diretoria. Segundo testemunhas, White pediu aos apoiadores que fizessem cheques nominais a ele, em vez de à Lifestyle Christianity, além de alegações de jejum encenado e de histórias de cura exageradas. Também há relatos de salário anual superior a 500 mil dólares financiado por doações, gastos elevados — incluindo viagens em primeira classe mesmo em voos curtos — e recusa em aceitar cortes salariais durante crises, enquanto outros membros aceitaram.

A Lifestyle Christianity e White não responderam até a publicação às acusações apresentadas por Winger. O tema ganhou atenção online, com debates sobre a diferença entre a imagem pública do ministério e as práticas internas, bem como a necessidade de transparência.

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