Os caças F-39 Gripen da FAB passaram a proteger permanentemente o espaço aéreo de Brasília, a partir de 24 de fevereiro. A proteção abrange o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal, mantendo as aeronaves em prontidão para interceptar aeronaves suspeitas e reforçar a defesa da região.
O Brasil iniciou a operação com o Gripen em 2022, pelo Projeto F-X2, que envolve transferência de tecnologia e desenvolvimento local. O acordo, assinado em 2014, previa a compra de 36 caças, com dez já em operação. O FAB 4111, décimo Gripen, foi entregue em novembro de 2025 e chegou a Brasília para a defesa do espaço aéreo.
Diferenciais do F-39 Gripen: operar em pistas curtas (incluindo rodovias) para decolagens e aterrissagens em ambientes restritos; prontidão em tempo reduzido com rearmamento rápido, chegando a cerca de 10 minutos em operações padrão; fusão de sensores que oferece visão tática integrada com radares, sensores infravermelhos e sistemas eletrônicos; atualizações por software que mantêm a aeronave moderna sem alterações estruturais.
O Brasil tornou-se pioneiro na operação do caça F-39 Gripen, mesmo com a Suécia como país de origem. A entrega das primeiras unidades brasileiras ocorreu antes de o Gripen ser operacional na Suécia, permitindo que a FAB acumulasse experiência prática desde cedo. O projeto brasileiro incluiu transferência de tecnologia, montagem parcial no país e testes operacionais antecipados, resultando na coprodução e fortalecendo a defesa aérea nacional, além de tornar o Brasil referência na América Latina.
A Suécia, reconhecida pela qualidade de seus caças, mantém uma tradição de defesa eficiente para seu território e, com o Gripen, demonstra capacidade de operar em condições diversas, de pistas cobertas de neve a estradas adaptadas. Com tecnologia avançada, múltiplas funções e baixo custo de operação, o Gripen consolidou a reputação sueca na aviação de caça.
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