Viana diz ter “esperança” de extensão da CPMI após fala de Alcolumbre

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1 de 1 o presidente da CPMI do INSS Carlos Viana concedeu coletiva no Senado

O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), disse nesta terça-feira (3/3) que espera pela prorrogação dos trabalhos do colegiado após reunião com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). O prazo de funcionamento atual vai até 28 de março; sem nova prorrogação, a previsão é encerrar as atividades em 26 de março. Viana vinha buscando reunião com Alcolumbre desde o fim de 2025, chegou a mencionar a possibilidade de acionar o STF para pedir a extensão e afirmou que aguardaria um posicionamento em breve. Em entrevista, ele contou que Davi ouviu seus argumentos, a quantidade de documentos e habeas corpus, e que deve tomar uma decisão nos próximos dias.

Viana ainda avisou que, diante da hipótese de judicialização, pode recorrer ao STF para manter em andamento a apuração. A fala foi feita após a aproximação com o presidente do Senado, que é o responsável por definir eventuais prorrogações ou alterações no calendário da CPMI.

Decisão sobre Lulinha Em derrota para o governo, Alcolumbre manteve a decisão da CPMI de quebrar os sigilos bancário e fiscal de Lulinha, Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O presidente argumentou que os governistas não apresentaram provas suficientes para confirmar a suposta violação das normas regimentais e constitucionais do colegiado. A base de apoio a Lula buscava que o presidente anulasse o requerimento aprovado contra Lulinha na última quinta-feira (26/2). Parlamentares governistas contestaram a votação e acusaram Viana de irregularidades na apuração dos votos. No ano passado, a CPMI não atingiu apoio suficiente para outro requerimento envolvendo o filho da Casa.

Ao proclamar o resultado, Viana afirmou que havia sete votos contrários entre os governistas. Integrantes da base, porém, sustentaram que as imagens da transmissão ao vivo mostravam pelo menos 14 manifestações contrárias, o que indicaria maioria entre os 21 parlamentares presentes no momento da deliberação.

Os próximos passos da CPMI ainda estão em aberto, com a possibilidade de nova análise sobre o andamento dos trabalhos e do caso envolvendo Lulinha, dependendo de posicionamentos que devem surgir nos próximos dias. A tensão entre oposição e base governista marca o ritmo das sessões e o calendário de votações do colegiado.

Como você vê o futuro da CPMI do INSS e as ações envolvendo Lulinha? Compartilhe sua opinião nos comentários abaixo. Sua visão ajuda a entender o impacto dessas decisões para a cidade e para a fiscalização pública.

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