Não descansaremos enquanto não estiverem derrotados, diz Trump sobre Irã


Trump afirma que a guerra contra o Irã está praticamente encerrada e detalha ataques dos EUA

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira, durante a Conferência dos Republicanos em Doral, Flórida, que os EUA não vão descansar até que todos os inimigos estejam “definitivamente derrotados”. Segundo ele, a guerra contra o Irã está “praticamente encerrada” e a incursão ao território iraniano está “muito adiantada” em relação ao cronograma de quatro a cinco semanas. Em entrevista à CBS, Trump reiterou que a operação já atingiu estágios avançados.

Trump afirmou que forças americanas e israelenses afundaram 46 navios iranianos em três dias e meio, e que “todos os líderes terroristas deles se foram”, referindo-se à morte do aiatolá Ali Khamenei e de outros membros do alto escalão iraniano. Segundo ele, sem a operação, o Irã poderia ter desenvolvido armamento nuclear em duas semanas.

As declarações ocorreram após ataques conjuntos dos Estados Unidos e de Israel, com fumaça visível sobre Teerã em áreas militares no início da madrugada de sábado. Telaviv descreveu as ações como preventivas e avisou aos iranianos para se retirarem de instalações estratégicas. Trump também utilizou a plataforma Truth Social para divulgar a declaração, anunciando operações de combate para eliminar ameaças iminentes.

Também houve bombardeio no sul do Iraque, atingindo uma base que abriga grupos pró-Irã, segundo autoridades, com pelo menos duas mortes. Explosões foram ouvidas perto do consulado dos EUA em Erbil, segundo jornalistas da AFP. O episódio reforça a escalada regional ligada à tensão entre EUA, Israel e forças iranianas.

As informações são da AFP e o cenário reforça a leitura de Trump de que a operação está em curso e com impactos significativos para a região. O mundo acompanha as consequências dessa escalada entre as nações envolvidas.

E você, o que acha sobre essa escalada entre os Estados Unidos e o Irã? Deixe seu comentário com sua visão sobre o conflito, o papel das potências regionais e o futuro das relações no Oriente Médio.

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