Pai de Martha Graeff diz que filha tem sofrido “injustiça, ódio e violência sistêmica” após citação em documentos da PF

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Tomas Graeff, pai da influenciadora Martha Graeff — ex-namorada de Daniel Vorcaro — publicou neste domingo, Dia Internacional da Mulher, uma mensagem em defesa da filha diante do que descreve como injustiça, ódio e violência sistêmica por conta da divulgação de conversas entre Martha e o ex-namorado. Os documentos mencionados foram obtidos pela Polícia Federal no curso de investigações sobre a atuação de Vorcaro à frente das transações do Banco Master e vazados na sexta-feira anterior. Martha não é investigada no processo.

O texto do pai reitera o orgulho pela filha e descreve a maternidade de forma emotiva: “Ser pai da Martha é mais do que orgulho, é um estado de espírito”. Ele relembra o momento em que segurou a filha nos braços pela primeira vez, aos 24 anos, e reforça que ela saiu de casa cedo para trabalhar e nunca mais parou, destacando o crescimento da jovem.

O recado encerra com a frase “Te amo filha”, reforçando o apoio incondicional diante da injustiça, do ódio e da violência que, segundo ele, têm marcado a convivência pública da filha.

Ainda neste domingo, a defesa de Martha Graeff informou que avalia recorrer à Justiça para contestar a exposição de mensagens privadas em diversos perfis de redes sociais. A informação foi divulgada pela jornalista Andréia Sadi. Em nota assinada pelo advogado Lúcio de Constantino, a defesa afirma estar consternada com a violação grave e ilegal da privacidade, ressaltando que a divulgação fere a esfera privada feminina.

A nota sustenta que a divulgação não apenas invade a privacidade, mas também reforça a desregrada violação da vida privada de uma mulher, em um contexto ainda sensível e protegido pela lei. Martha, reiteramos, não está envolvida na investigação.

Compartilhe sua opinião nos comentários sobre a defesa da privacidade e o impacto de vazamentos de conversas privadas na vida pública de figuras públicas. Queremos saber o que você pensa sobre o equilíbrio entre interesse público e direito à privacidade.

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