Resumo: O Estreito de Ormuz, passagem estratégica entre o Golfo Pérsico e rotas internacionais, volta a figurar no radar de potências globais. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que, se o Irã fechar a passagem, os EUA reagirão com um ataque 20 vezes mais forte. Em resposta, a Guarda Revolucionária do Irã afirmou ter controle total da via e ameaçou disparar contra navios que a atravessem. Enquanto isso, o presidente francês Emmanuel Macron anunciou uma missão com aliados para tentar reabrir o estreito, de forma defensiva e sem ações militares.
O estreito é essencial para o abastecimento mundial, conectando o Golfo Pérsico a rotas marítimas internacionais. Ele representa cerca de 20% dos embarques globais de energia, além de transportar gás natural liquefeito e exportações de Catar e Arábia Saudita.
Trump afirmou que, se o Irã interferir no fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz, “será o fim do Irã” e os EUA agirão com intensidade muito maior, descrevendo uma resposta “20 vezes mais forte”. Ele também sinalizou que o Irã já disparou tudo o que tinha, advertindo para evitar qualquer movimento arriscado.
Nessa linha, a Guarda Revolucionária do Irã declarou ter “controle total” da passagem e advertiu que poderá disparar contra navios que cruzem a região.
A França também entra no tema. Macron anunciou uma missão com aliados para tentar reabrir o estreito, ressaltando que a operação será estritamente defensiva e muito distante de qualquer movimento militar.
Por que o estreito é tão importante
O Estreito de Ormuz conecta o Golfo Pérsico a rotas marítimas internacionais, situando-se entre o Irã e Omã. Pela passagem passam cerca de 20% do petróleo transportado no mundo, além de volumes significativos de gás natural liquefeito.
Nesta segunda-feira, Macron destacou a necessidade de uma operação com aliados para restabelecer a passagem, enfatizando que a ação é defensiva e não militar.
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