TJ-BA oferece orientação jurídica e profissional para mulheres vítimas de violência; ação segue até sexta

Escrito por: Diógenes Cunha

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O Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJ-BA) abriu espaço de orientação jurídica e apoio profissional para mulheres vítimas de violência doméstica, como parte da Semana da Mulher. A iniciativa ocorre até esta sexta-feira, 13, das 9h às 13h, no prédio-sede do TJ-BA, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), ao lado do Ministério Público. O objetivo é aproximar a Justiça da população local, oferecendo informações, oportunidades e serviços que fortalecem a autonomia feminina.

No local, equipes oferecem orientação jurídica e atendimentos na área de saúde e bem-estar, além de balcões institucionais do TJ-BA, Senac, SineBahia, Instituto Periferia do Futuro e Instituto Tidelli. Os serviços visam ampliar o acesso a recursos vitais e facilitar o encaminhamento para redes de apoio da cidade.

Também está em exposição a mostra “Entre Nós – Semana da Mulher: unidas contra a violência, fortalecidas pela esperança”, integrada à 32ª Semana da Justiça pela Paz em Casa. A programação inclui o lançamento do aplicativo TJBA Zela e debates sobre juventude, violência de gênero e ciclos de repetição, com foco em responder às demandas de mulheres em situação de vulnerabilidade.

Para o desembargador José Rotondano, presidente do TJ-BA, a iniciativa busca aproximar o Judiciário da população, reforçando o compromisso com o enfrentamento à violência contra a mulher e com a promoção da equidade. A atuação integrada entre setores demonstra que a Justiça precisa estar próxima da cidade, acessível e comprometida com a proteção e o fortalecimento das mulheres baianas.

A iniciativa demonstra o compromisso da Justiça com a proteção de mulheres em situação de vulnerabilidade, conectando informações, serviços e debates relevantes para a construção de uma cidade mais segura e justa para todas as moradoras.

Convidamos você, moradora da cidade, a compartilhar nos comentários suas opiniões e experiências sobre as ações apresentadas e como a Justiça pode seguir contribuindo para a proteção e a autonomia das mulheres.

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