Resumo em pauta. A história de pai e filho ganha um novo capítulo no futebol baiano com Adriano Júnior, de 17 anos, já integrado ao Jacuipense e registrando cinco jogos e dois gols em 2026, enquanto o ídolo Adriano Michael Jackson segue marcando gerações. O Leão do Sisal encara o Palmeiras na 5ª fase da Copa do Brasil, com ida em São Paulo nos dias 22 ou 23 de abril e volta na Bahia, entre 13 e 14 de maio. A trajetória recente evidencia a aposta do clube na formação jovem, equilibrada pela experiência de um veterano reconhecido ao longo de sua carreira.
Adriano Júnior chegou ao Jacuipense após passagem pelas categorias de base do Internacional. A joia da casa atua principalmente pelo time sub-20 e, em 2026, soma cinco jogos e dois gols. Além disso, já foi relacionado para partidas do elenco principal, em momentos decisivos como a semifinal do Campeonato Baiano contra o Vitória e o duelo contra o Novorizontino, pela 4ª fase da Copa do Brasil, ainda sem estrear como titular.
Adriano Michael Jackson, pai do jovem, construiu uma carreira marcante desde os tempos no America, do Rio de Janeiro, e ficou conhecido pelo apelido que adotou no início da carreira após se destacar. Ele passou por clubes como Fluminense e Palmeiras, e acumulou experiências internacionais, com números expressivos na Coreia do Sul e na China. O atacante mantém vínculos com o Jacuipense, passando por três fases no clube, inclusive o Campeonato Baiano de 2024, e ainda não anunciou a aposentadoria.
O Jacuipense, conhecido como Leão do Sisal, segue ativo na temporada e mantém o foco na Copa do Brasil. A equipe baiana avançou à 5ª fase, concorrendo com o tetracampeão Palmeiras, atual protagonista da competição. O duelo de ida será disputado em São Paulo nos dias 22 ou 23 de abril, com a volta marcada para a Bahia entre 13 e 14 de maio. O confronto simboliza a junção da trajetória consolidada de Adriano com a promessa que carrega Adriano Júnior, ambos no mesmo clube.
A história de Adriano Júnior e Adriano Michael Jackson em Jacuipense representa a união entre legado e renovação no futebol regional. Como você encara a presença de uma geração que cresce ao lado de uma referência do futebol brasileiro? Compartilhe sua opinião nos comentários e participe da conversa sobre o futuro do Leão do Sisal no cenário nacional.

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