PGR recorre contra suspensão da aposentadoria compulsória de juízes

Escrito por: Diógenes Cunha

Publicado:

compartilhe esse conteúdo

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

Procurador Geral da República, Paulo Gonet. O julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de mais sete aliados começou às 9h10 desta terça-feira (2/9) na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). Os cinco ministros da Turma analisam a ação penal sobre suposta trama golpista atribuída ao ex-chefe do Palácio do Planalto e sete réus que visou anular as eleições de 2022 e manter Bolsonaro no poder.
1 de 1 Procurador Geral da República, Paulo Gonet. O julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de mais sete aliados começou às 9h10 desta terça-feira (2/9) na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). Os cinco ministros da Turma analisam a ação penal sobre suposta trama golpista atribuída ao ex-chefe do Palácio do Planalto e sete réus que visou anular as eleições de 2022 e manter Bolsonaro no poder. – Foto: BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

A Procuradoria-Geral da República (PGR) recorreu, nesta segunda-feira (30/3), da decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que acabou com a aposentadoria compulsória como maior punição a juízes.

Com o recurso da PGR, o caso deve ser levado ao plenário do STF. Assinado pela subprocuradora-geral Elizeta Ramos de Paiva, o agravo regimental alega que a decisão de Dino precisa ser mais específica para embasar a aplicação prática pelos tribunais.

A PGR entende que, da maneira como ficou expressa, a aposentadoria compulsória como punição a magistrados não deixa de existir.

No dia 16 de março, Dino anulou uma decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que aposentou compulsoriamente o juiz do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) Marcelo Borges Barbosa.

Leia também

Na decisão, ele determinou que o CNJ deverá aplicar, na verdade, a perda do cargo e, consequentemente, do salário como a maior punição por violações graves. Dino argumentou que a aposentadoria compulsória não tem mais base na Constituição após a Reforma da Previdência de 2019.

Com o recurso da PGR desta segunda, o ministro estipulou um prazo de 15 dias para que as partes do processo apresentem manifestações.

Quais assuntos você deseja receber?

Ícone de sino para notificações

Parece que seu browser não está permitindo notificações. Siga os passos a baixo para habilitá-las:

1.

Ícone de ajustes do navegador

Mais opções no Google Chrome

2.

Ícone de configurações

Configurações

4.

Ícone de sino para notificações

Notificações

5.

Ícone de alternância ligado para notificações

Os sites podem pedir para enviar notificações

metropoles.com

Notícias Gerais

Você quer ficar por dentro das notícias mais importantes e receber notificações em tempo real?

Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

ARTIGOS RELACIONADOS

Procurado por feminicídio no RS, homem é capturado em Salvador

Resumo jornalístico: Em Salvador, um homem de 31 anos foi preso em flagrante nesta quinta-feira (24) após...

PF prende suspeito de crime eleitoral após denúncia anônima com R$ 1 milhão

Resumo: Manaus (AM) – Em operação da Polícia Federal contra crimes eleitorais, um homem foi preso. O suspeito portava aproximadamente R$ 1 milhão...

Banco Genial se pronuncia em nota sobre ex-executivo alvo de investigações

Resumo: Gaeco do MP-SP deflagra a terceira fase da Operação Carbono Oculto, envolvendo Humberto Arthur Tupinambá Neto,...