Resumo: a deputada do PT Neusa Cadore assume a liderança da legenda na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), substituindo Marcelino Galo, que deixou o mandato por desincompatibilização. Cadore retorna à AL-BA após chefiar a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM). A mudança também envolve a nomeação de Osni Cardoso e Angelo Almeida para vice-lideranças, sinalizando ajuste estratégico da bancada diante do novo desenho político estadual.
Cadore retorna à Casa depois de acumular a função à frente da SPM, passando a liderar o PT na AL-BA durante um momento de reorganização após a desincompatibilização de vários parlamentares que integravam o governo do estado. O cenário reforça a presença do PT, aliado à federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, que busca manter a coesão diante de mudanças no comando estadual. A atuação da nova liderança pretende ampliar a capacidade de articulação da bancada e manter o ritmo de ações legislativas alinhadas às prioridades da gestão estadual.
Osni Cardoso, ex-secretário de Desenvolvimento Rural (SDR), foi indicado para a vice-liderança do governo na AL-BA, enquanto Angelo Almeida, que deixou a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), chegou para a vice-liderança do PT. As nomeações visam distribuir responsabilidades de comando e facilitar a interlocução entre a bancada e o Executivo, além de favorecer a articulação com comissões permanentes e programas estratégicos para a Bahia.
Com a volta dos parlamentares ao exercício regular do mandato, os suplentes Radiovaldo Costa (PT), Fabíola Mansur (PV) e Marcelino Galo deixaram a AL-BA. Em seu lugar, Jusmari Oliveira (PSD), que ocupava a Sedur, passou a compor a bancada, fazendo com que Marcone Amaral reassuma a suplência do PSD na Casa. Esse movimento é comum em ciclos de desincompatibilização, mantendo a continuidade da atuação legislativa enquanto novas lideranças ganham espaço.
A reorganização aponta para uma atuação mais integrada entre as legendas que compõem a base de apoio ao governo, com foco em políticas públicas voltadas às mulheres, ao desenvolvimento rural e urbano, além de fortalecer a captação de recursos para programas estaduais. A dinâmica evidencia a busca por equilíbrio entre lideranças e interesses regionais, mantendo a Bahia no eixo de atuação do Legislativo em tempos de ajustes institucionais.
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