A Fifa anunciou nesta quinta-feira a convocação de três árbitros brasileiros para a Copa do Mundo de 2026, que acontecerá entre junho e julho em México, Canadá e Estados Unidos. Entre os escolhidos, destacam-se Raphael Claus, Ramón Abatti e Wilton Sampaio, sinalizando a boa fase dos árbitros do Brasil. A lista também traz Katia García como a única árbitra mulher da região entre os selecionados. A decisão foi embasada na consistência dos desempenhos nos torneios da Fifa e em outras competições nacionais e internacionais nos últimos anos.
Segundo a Fifa, a nomeação faz parte de um processo amplo que envolve 52 árbitros principais, 88 assistentes e 30 assistentes de vídeo, todos designados para as 104 partidas do Mundial. Os avaliados passam por um seminário de preparação de 10 dias em Miami, com início previsto para 31 de maio, antes de seguirem para Dallas, onde prosseguirão com o cronograma de treinamentos e avaliações. A convocação reflete não apenas o desempenho individual, mas também a consistência demonstrada ao longo de diferentes competições internacionais.
A seleção brasileira surge com três nomes entre os árbitros principais, ao lado de representantes da Argentina e do México. A lista completa de árbitros latino-americanos nomeados pela Fifa mostra a participação de juízes de diversos países, confirmando a diversidade regional na elite dos anos que antecedem a Copa do Mundo de 2026. Abaixo, a relação dos nomes latino-americanos convocados:
- Iván Barton (El Salvador)
- Juan Gabriel Benítez (Paraguai)
- Juan Calderón (Costa Rica)
- Raphael Claus (Brasil)
- Yael Falcon Pérez (Argentina)
- Cristian Garay (Chile)
- Katia García (México)
- Darío Herrera (Argentina)
- Héctor Said Martínez (Honduras)
- Kevin Ortega (Peru)
- Ramón Abatti (Brasil)
- César Ramos (México)
- Andrés Rojas (Colômbia)
- Gustavo Tejera (Uruguai)
- Facundo Tello (Argentina)
- Jesús Valenzuela (Venezuela)
- Wilton Sampaio (Brasil)
A Fifa não detalha apenas o critério técnico. O anúncio ressalta que a seleção levou em conta “a consistência do desempenho demonstrado pelos candidatos nos torneios da Fifa, bem como em outras competições nacionais e internacionais nos últimos anos”. Além disso, a presença de Katia García entre os nomes reforça a participação feminina em um evento de grande repercussão mundial. Os árbitros brasileiros citados devem receber treinamento complementar e, ao longo dos próximos meses, integrarão o grupamento responsável por conduzir as partidas de maior expressão do Mundial.
A convocação sinaliza ainda que o Mundial contará com uma estrutura ampla de arbitragem, com a probabilidade de novas avaliações durante o torneio para manter o nível técnico exigido pela Fifa. Os trabalhos de formação continuam, e a expectativa é que os árbitros atuem com firmeza, clareza e equilíbrio, assegurando que as partidas transcorram com segurança e fluidez para equipes de diferentes estilos de jogo.
Se você acompanha futebol internacional, vale ficar atento aos nomes que estarão na linha de frente das decisões mais difíceis do torneio. A participação de árbitros brasileiros em uma edição tão relevante costuma gerar debates sobre estilo de apito, consistência de decisões em jogos contidos por lateralidade e velocidade, além da aplicação uniforme das regras. Jovens torcedores e practitioners do futebol observam, com interesse, como cada juiz lidará com pressões de partidas decisivas, VAR e a dinâmica de equipes de alto calibre técnico.
Para a comunidade esportiva, a convocação fortalece a presença brasileira no cenário mundial, reforçando a confiança de clubes, treinadores e fãs na qualidade dos juízes nacionais. O Mundial de 2026 promete, assim, não apenas pela qualidade das equipes, mas pela robustez da arbitragem que conduzirá as disputas. E você, o que espera das atuações desses árbitros brasileiros na Copa? Comente abaixo com suas opiniões, impressões sobre o desempenho dos nomes citados e perspectivas para as decisões que virão.
