Homem esfaqueia sobrinho autista e faz mãe e irmã reféns em Copacabana

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Um homem identificado como Anísio José Bueno esfaqueou o sobrinho e manteve a mãe e a irmã reféns, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, na tarde desta sexta-feira. O agressor foi preso; o sobrinho, autista, ficou ferido e está hospitalizado, e as duas mulheres foram liberadas pela polícia. A faca utilizada foi apreendida.

Imagem colorida mostra apartamento após as facadas - Metrópoles
1 de 1 Imagem colorida mostra apartamento após as facadas – Metrópoles – Foto: Reprodução/ PC RJ

O episódio ocorreu em um apartamento na Avenida Barata Ribeiro, no bairro de Copacabana. Uma imagem registrada no local mostra o piso com marcas decorrentes da violência. Testemunhas relataram que a confusão começou após uma discussão entre familiares, quando pediram que o agressor deixasse o imóvel por problemas recorrentes.

Durante a briga, o agressor pegou uma faca de grande porte na cozinha e passou a ameaçar a irmã de morte. O sobrinho, que é autista, tentou se colocar entre eles para proteger a mãe e acabou sendo atingido no abdômen pelo golpe desferido pelo tio.

Após o ataque, as duas mulheres foram impedidas de deixar o apartamento até a chegada de agentes da Polícia Civil, que chegaram ao local após ouvir gritos das vítimas e de vizinhos e conseguiram negociar com o agressor. O Corpo de Bombeiros foi acionado para socorrer o sobrinho ferido. Os policiais também prestaram os primeiros atendimentos, ajudando a conter o sangramento até a chegada de apoio médico.

O agressor também ficou ferido e foi levado sob escolta para o Hospital Municipal Miguel Couto, onde permanece em estado grave. A vítima esfaqueada continua hospitalizada, em quadro estável. A faca utilizada no crime foi apreendida pela polícia. O suspeito foi autuado pelos crimes de tentativa de homicídio e cárcere privado.

A Polícia Civil informou que o caso será investigado para esclarecer motivações e circunstâncias que levaram ao episódio na residência de Copacabana. A violência intrafamiliar na cidade volta a exigir atenção de autoridades, serviços de proteção e de apoio às famílias, especialmente em situações que envolvem pessoas com deficiência que podem ficar mais vulneráveis.

Os acontecimentos reforçam a necessidade de atuação rápida das equipes de segurança pública e de redes de apoio comunitário para prevenir tragédias semelhantes na cidade. Moradores pedem que haja maior integração entre serviços sociais, assistência a familiares e reforço de canais de denúncia para evitar que conflitos agravem-se de maneira grave.

E você, qual é a sua visão sobre as medidas de proteção a famílias em risco e sobre a atuação das forças de segurança nesses casos? Compartilhe suas opiniões nos comentários e participe do debate sobre como tornar a cidade mais segura para todos os moradores.

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