Greve dos Metroviários de São Paulo pode entrar em vigor no dia 13 de maio. A decisão depende de negociações entre o governo estadual e a direção do Metrô; sem acordo, a paralisação pode começar à meia noite. A deliberação sobre o movimento acontece no dia 12 de maio.
O sindicato aponta uma redução no quadro de funcionários nos últimos 10 anos, com 5.663 trabalhadores distribuídos entre atendimento, operação, segurança, manutenção e administração. A cobrança principal envolve a abertura de concursos e a negociação de itens como igualdade salarial entre funções equivalentes e condições de trabalho justas.
A tensão também decorre da ausência de concursos há mais de uma década e da alegação de que a empresa se recusa a negociar salários iguais para funções iguais. Em contrapartida, uma pesquisa divulgada pelo Fantástico, da TV Globo, aponta que 76,3% dos entrevistados classificam o serviço metroviário como bom ou muito bom em 2025.
Segundo o sindicato, a redução do quadro afeta a qualidade do serviço, com menos funcionários por área e maior pressão sobre segurança, manutenção e atendimento. A expectativa é que o governo estadual e a direção do Metrô deixem de lado a resistência e negociem com a categoria para evitar a greve.
A decisão final sobre a paralisação será anunciada em 12 de maio. Enquanto isso, leitores podem deixar suas opiniões: como a cidade seria impactada pela greve e o que você acha que precisa ser negociado para evitar esse cenário?
