Resumo: Dark Horse, o longa que coloca Jim Caviezel no papel de Jair Bolsonaro, voltou a ganhar destaque após denúncias de financiamento e reações iradas de parte do público. A produção, ainda em fase de finalização, promete estreia para 11 de setembro e envolve recursos de empresários ligados ao entorno do senador Flávio Bolsonaro.
Segundo o Intercept Brasil, pelo menos R$ 61 milhões foram pagos entre fevereiro e maio de 2025, em seis operações distintas. A reportagem aponta que o total do financiamento previsto é de R$ 134 milhões, com a tensão diária sobre o andamento da obra e o cumprimento de pagamentos a Cast e equipe técnica.
Parte do dinheiro seria repassada pela Entre Investimentos e Participações para Havengate Development Fund LP, um fundo sediado no Texas e ligado a aliados de Eduardo Bolsonaro. Documentos e diálogos obtidos pelo site mostram Flávio Bolsonaro discutindo o andamento da produção com Vorcaro, incluindo a preocupação com atrasos e o eventual risco de calote em nomes como Caviezel e o diretor Cyrus Nowrasheh.
Na lógica de financiamento, a reportagem revela uma operação com repasses que chamaram atenção, especialmente por envolver nomes de peso do cinema e por gerar desconfiança entre fãs e críticos. Em meio às incertezas, Flávio Bolsonaro afirmou que a produção está em finalização, enquanto o elenco e a equipe aguardam fechar as últimas etapas antes da divulgação oficial de datas de lançamento.
Nas redes, a repercussão foi dividida. Parte dos internautas ironizou a origem dos recursos e questionou o envolvimento financeiro, enquanto outros criticaram a narrativa do filme e o uso de figuras públicas para uma obra de ficção. Um sentimento comum entre os relatos é a necessidade de clareza sobre a origem dos recursos e a conformidade com normas legais e éticas.










