Resumo para publicação: Em entrevista à Globonews, o pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro confirmou que omitiu parte de suas conversas com o banqueiro Daniel Vorcaro, citando uma cláusula de confidencialidade ligada ao filme Dark Horse, que retrata a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro. O político afirma que não violou o acordo e que o sigilo é uma condição imposta pelos investidores, cuja violação poderia gerar multa e expor as partes envolvidas.
Durante a conversa veiculada nesta quinta-feira (14), Flávio Bolsonaro disse: “Eu menti. Eu podia descumprir uma cláusula contratual? Isso gera multa, isso gera exposição dos investidores.” Ele acrescentou que ocultava parte da relação justamente para não colocar em risco o contrato de confidencialidade. Ele não detalhou os termos do acordo nem quem o assinou, dizendo apenas que a decisão de tornar o documento público depende dos investidores e do gestor do fundo envolvido.
O parlamentar afirmou que o contato com Vorcaro era “exclusivamente” para tratar do projeto audiovisual e negou irregularidades na relação. “Foi apenas pelo filme”, repetiu, e também informou que outros investidores exigiram sigilo, o que reforça a ideia de que o contrato envolve regras legais que devem ser respeitadas, mesmo diante de repercussões futuras.
A fala reforça que o conteúdo do acordo continua sob sigilo, dependendo do aval dos investidores e do gestor do fundo envolvido. O filme Dark Horse, ligado à trajetória de Jair Bolsonaro, permanece no centro das discussões sobre confidencialidade e a necessidade de manter certas informações restritas até que as partes autorizem a divulgação.
