Explosão de gás no Jaguaré, na zona oeste de São Paulo, deixou dois mortos e dois feridos. A tragédia provocou a interdição de 27 casas, e a Defesa Civil iniciou demolições de cinco imóveis. Moradores e equipes das concessionárias trabalham na perícia e nos reparos, com apoio do governo estadual.
O incidente ocorreu na segunda-feira, 11 de maio de 2026, após uma obra da Sabesp atingir a tubulação da Comgás. A explosão danificou dezenas de imóveis na região e levou as autoridades a interditar 27 residências, com 112 imóveis já vistoriados até o fim da tarde de 14 de maio.
Segundo a Defesa Civil, as demolições dos cinco imóveis interditados já começaram para permitir a coleta de evidências periciais e elaboração do laudo técnico sobre as causas.
Para os moradores atingidos, a Secretaria de Defesa Social cadastrou 232 pessoas e destinou um auxílio emergencial de 5 mil reais para gastos imediatos. Parte das famílias está acomodada em hotéis, e Sabesp e Comgás asseguram o ressarcimento dos demais danos.
A CDHU mapeou 80 imóveis na região para realocar famílias que perderam suas casas. Cinquenta já foram cadastradas e recebem atendimento. As opções para quem ficou sem moradia incluem transferência imediata para apartamentos mobiliados, aquisição por carta de crédito ou aluguel social.
A Arsesp abriu processo de fiscalização e solicitou aos parceiros Sabesp e Comgás os primeiros esclarecimentos, com prazo até sexta-feira, 15 de maio de 2026. Os documentos, uma vez analisados, poderão subsidiar as medidas a serem adotadas pelas concessionárias.
O governo estadual reforça que todas as despesas com novas moradias e com a reconstrução serão 100% ressarcidas pelas concessionárias. A prioridade é a proteção dos moradores da cidade diante da tragédia.
Meta descrição: Explosão de gás no Jaguaré, em São Paulo, deixa dois mortos e mobiliza ações de demolição, realocação e ressarcimento pelas concessionárias Sabesp e Comgás. Palavras-chave: explosão gás Jaguaré, Sabesp, Comgás, CDHU, Arsesp.
