Na busca pelos corpos de quatro turistas italianos desaparecidos no atol de Vaavu, Maldivas, uma tragédia atingiu as operações: um mergulhador das Forças Armadas morreu de descompressão durante as buscas. As atividades foram suspensas na sexta-feira (15) por más condições climáticas e retomadas no sábado (16). O corpo de Gianluca Benedetti, 44 anos, foi encontrado próximo à entrada de uma das cavernas submersas. Entre os desaparecidos estão Monica Montefalcone, professora da Universidade de Gênova, e sua filha Giorgia Sommacal, além das biólogas marinhas Muriel Oddenino e Federico Gualtieri. Duas das vítimas participavam de uma expedição científica voltada à análise de ecossistemas marinhos e aos impactos das mudanças climáticas.
As operações ocorrem em cavernas submersas na região de Vaavu, conhecida por correntes fortes. A profundidade pode chegar a cerca de 50 metros, com uma gruta dividida em três câmaras ligadas por passagens estreitas, o que torna as buscas especialmente desafiadoras.
O corpo encontrado foi identificado como o de Gianluca Benedetti, instrutor de mergulho italiano. Os demais turistas continuam desaparecidos, entre eles Monica Montefalcone e Giorgia Sommacal, além das biólogas Muriel Oddenino e Federico Gualtieri.
Segundo a Universidade de Gênova, duas das vítimas faziam parte de uma expedição científica voltada à análise de ecossistemas marinhos e aos impactos das mudanças climáticas na biodiversidade tropical.
Antonio Tajani, ministro das Relações Exteriores da Itália, afirmou que o governo fará tudo para recuperar os corpos e que especialistas italianos devem se juntar às equipes de busca nas Maldivas.
