Minas Gerais vive uma fase de indefinição no PT sobre quem deve liderar a candidatura ao governo em 2026. Em meio a esse cenário, a Rede Sustentabilidade sinaliza André Janones como alternativa, abrindo espaço para um nome que pode ampliar o leque de possibilidades no palanque petista.
“A indefinição a respeito de um palanque para o Lula no estado pode encontrar em Janones uma resposta coerente, pela trajetória de apoio anterior ao presidente [Lula] e pelos posicionamentos alinhados com as políticas do governo federal”, disse Lamac.
A hipótese surpreendeu a cúpula do PT mineiro, que preferiu não comentar sobre a entrada de Janones na corrida. Na prática, o parlamentar tem ganhado visibilidade nas redes ao lado de petistas, como Lindbergh Farias (RJ), o que alimenta o debate sobre alianças possíveis.
Enquanto Janones surge como opção da Rede, o PT mineiro observa entre aliados quem pode intensificar o apoio. No cenário atual, há quem veja com bons olhos uma aproximação com o ex-pró-candidato Alexandre Kalil (PDT), nome que circula entre as pretensões da aliança, ainda que Kalil não demonstre interesse neste momento.
Outro caminho em pauta envolve o MDB: Gabriel Azevedo tem mantido encontros com a cúpula petista mineira, incluindo a presidente do diretório estadual, Leninha, e a pré-candidata ao Senado, Marília Campos. Os encontros foram descritos como “ótimos” por todos os citados, elevando as conversas sobre caminhos possíveis.
Há também a possibilidade de uma candidatura própria do PT. Entre os nomes cotados estão Marília Campos (que negou veementemente a ideia), Rogério Correia e Reginaldo Lopes, além de outras especulações no espectro estadual.
Entre os nomes que também aparecem na lista de possibilidades estão José Gomes (ex-Fiesp) e Jarbas Soares Júnior (PSB-MG), além de Rodrigo Pacheco, que é apontado como figura relevante no cenário, com potenciais reflexos em MG.
A decisão final caberá ao presidente Lula, que deve se reunir com o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG), considerado pela pasta petista como a opção preferida para o Palácio Tiradentes. A data do encontro ainda não foi confirmada.






Em síntese, a corrida pelo governo de Minas já reúne várias peças no tabuleiro, com Janones abrindo espaço para negociações, Kalil mantendo-se como referência de campo, e o PT avaliando caminhos alternativos — até mesmo uma candidatura própria. O desfecho depende de articuladores nacionais, especialmente do aval de Lula após o encontro com Rodrigo Pacheco, ainda sem data marcada.
E você, qual cenário prefere para 2026? Deixe seu comentário com a sua leitura sobre as alianças em Minas e como elas podem redesenhar o cenário político no estado.
