Resumo A Justiça do Rio de Janeiro manteve a defesa do cantor Gusttavo Lima e rejeitou a ação por danos morais movida por Wallace de Sousa Beserra, relacionada a um suposto episódio ocorrida durante um show em Duque de Caxias, em 2022. O processo foi extinto, com a magistrada apontando que não houve nexo entre a agressão alegada e a equipe de segurança do artista.
Segundo a coluna de Ancelmo Gois, do jornal O Globo, a 5ª Vara Cível da Comarca de Duque de Caxias entendeu que não ficou comprovada a participação da equipe pessoal de Lima no episódio. Beserra alega ter sido agredido após o fim do show, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, e a vítima tentava se aproximar para tirar uma foto com o cantor, quando foi abordada por um segurança.
Gusttavo Lima afirmou não ter responsabilidade pelo ocorrido, deixando claro que a contratação da equipe de segurança geral do evento não era de sua incumbência. A defesa ressaltou que a responsabilidade pela proteção do público cabia à organização do evento e ao local onde aconteceu a apresentação.
Na sentença, a magistrada destacou que não há provas suficientes para vincular os supostos agressores à equipe pessoal do artista. O depoimento da esposa do autor, que admitiu não ter presenciado as agressões, também foi considerado relevante para a avaliação do caso.
“A segurança externa e interna de grandes recintos de espetáculos cabe à empresa organizadora do evento e aos proprietários do espaço, e não ao artista contratado para a apresentação musical, salvo se demonstrada a participação direta da segurança pessoal deste, o que não ocorreu”, disse a decisão. Assim, o processo contra Gusttavo Lima foi integralmente extinto.
E você, qual a sua opinião sobre decisões desse tipo? Compartilhe nos comentários o que pensa sobre responsabilidades de segurança em shows e como decisões como essa afetam artistas e fãs.
