Resumo: a NASA/Hubble capturou a galáxia irregular ESO 490-017, com diâmetro de cerca de 12 mil anos-luz, a aproximadamente 23 milhões de anos-luz da Terra, na constelação de Cão Maior. A divulgação ocorreu na quarta-feira (27) e reforça como o fluxo cósmico influencia estruturas em grande escala, em conjunto com dados do Hubble para mapear a dinâmica galáctica.
A galáxia ESO 490-017 aparece com brilho superficial baixo, configurando-se como um enxame estelar tenu. Ela surge por trás de estrelas mais brilhantes no plano de frente, destacadas pelos picos de difração. O registro negro é pontuado por dezenas de pontos em vermelho, laranja e bege, que correspondem a galáxias distantes, muitas com estruturas espirais bem marcadas. Esses dados integram o programa do Hubble que mapeia galáxias e aglomerados em movimento pelo cosmos.
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Em paralelo, um estudo publicado na Nature Astronomy aponta o papel dos berçários estelares na evolução das galáxias. Usando imagens do JWST e do Hubble, a pesquisa revela detalhes inéditos de grandes aglomerados escondidos em nuvens de gás e poeira cósmica, oferecendo novas perspectivas sobre como as estrelas nascem e como esse processo molda a história das galáxias.
A matéria completa sobre o estudo conjunto fortalece a ideia de que o Universo é movido por fluxos gravitacionais que reorganizam a matéria em escalas cósmicas, ao mesmo tempo em que a formação estelar dentro de nuvens gasosas determina a evolução das galáxias ao longo do tempo.
Como você enxerga a relação entre o fluxo cósmico e a formação de estrelas no nosso Universo? Compartilhe seus pensamentos nos comentários e participe da conversa sobre as descobertas que nos ajudam a entender o cosmos.
