O filme Dark Horse, centrado na trajetória de Jair Bolsonaro, despertou debate sobre financiamento e influência política, com o Tribunal Superior Eleitoral acompanhando ações envolvendo a produção e a relação com o Banco Master.
O trailer foi divulgado no mesmo dia da representação do parlamentar ao TSE, e a obra aponta para um financiamento de R$ 61 milhões do empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, o que reacende dúvidas sobre a origem dos recursos e os impactos na disputa eleitoral.
No âmbito jurídico, o ministro Kassio Nunes Marques, presidente do TSE, atua como relator de três ações ligadas ao filme e à relação entre Vorcaro e a produção. O sorteio definiu a relatoria na Corte.
Entre as peças, há pedido de proibição de exibição, pré-estreia e veiculação do filme durante o período eleitoral de 2026, até que haja pleno esclarecimento da cadeia financeira e da estratégia de comunicação da obra, sob alegação de possível vantagem desigual na disputa.
A matéria também envolve a linha de pesquisa AtlasIntel/Bloomberg, citada como etapas da mesma tramitação, que mostra Flávio Bolsonaro em posição de pré-candidato com ritmo de avaliação após conversas entre o senador e Vorcaro sobre o financiamento. Em sondagens anteriores, havia empate técnico com Lula em cenários de segundo turno.






O filme Dark Horse retrata a campanha presidencial de Jair Bolsonaro em 2018, com trailers que apresentam a produção como uma cinebiografia. A divulgação coincide com a apuração sobre financiamento, gerando debate sobre a influência de recursos privados no cenário eleitoral.
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