Resumo rápido: Em Minas Gerais, Cleitinho Azevedo lidera as pesquisas para o governo, mas não confirmou candidatura, abrindo espaço para reconfigurações e novos cenários entre o PL e aliados. Enquanto isso, o partido avalia alternativas como Vittorio Medioli e Flávio Roscoe, com decisões que podem sair após a Copa do Mundo.
O PL já contratou pesquisas para medir a viabilidade de dois nomes que aparecem como possibilidades de solução para o partido: o ex-prefeito de Betim, Vittorio Medioli, e o ex-presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais, Flávio Roscoe. O objetivo é entender os cenários caso Cleitinho recue ou confirme a candidatura, mudança que pode redefinir alianças e estratégias eleitorais.
O ex-presidente estadual do PL e deputado federal Domingos Sávio afirma que a linha principal continua sendo aguardar a posição do senador, mas admite que a definição pode sair ainda nesta semana. A expectativa é de que haja uma conversa mais firme sobre caminhos a seguir, com a Copa do Mundo servindo como marco temporal.
“A gente tem expectativa de que, até o fim desta semana, ele possa se manifestar” — disse Sávio, destacando que, se Cleitinho der sinais de recuo, as siglas já começam a se mover para consolidar novas alianças, incluindo propostas de chapa com nomes que ampliem a construção de uma pré-campanha.
Entre os cenários, Medioli já fala em chapa mista, mas Cleitinho pondera a possibilidade de uma composição pura com Luiz Eduardo Falcão (Republicanos) na disputa. O Partido tem demonstrado abertura, mas as conversas ainda estão em estágio inicial, segundo interlocutores.
O presidente estadual do Republicanos, Euclydes Pettersen, disse que a decisão deve sair apenas após a Copa do Mundo, em 19 de junho, levando em conta pesquisas que já ajudam a balizar o caminho. Caso Cleitinho permaneça na dianteira, a tendência é manter a candidatura dele em foco.
Em Minas, Flávio Bolsonaro tem feito agenda para consolidar contatos, mas o objetivo principal parece ser fechar com Cleitinho. Em Patos de Minas, ao lado de Falcão, houve sinalização de intenção de aproximação, sem fechar todas as portas para outras siglas, como MDB e PSD. O MDB tem Gabriel Azevedo buscando apoio, enquanto o PSD aposta no governador Mateus Simões, ainda que haja resistência de parte das lideranças do PL, que veem o cenário com cautela. O deputado Nikolas Ferreira chegou a se aproximar do grupo, defendendo a continuidade de Simões.



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