Senado aprova Benedito Gonçalves para corregedoria do CNJ

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O Senado Federal aprovou a indicação do ministro Benedito Gonçalves para o cargo de corregedor nacional de Justiça no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com 53 votos a favor e 16 contrários. A nomeação foi apresentada pelo presidente do STJ, Herman Benjamin, após eleição interna realizada pela Corte em abril, colocando o cargo a serviço da fiscalização disciplinar do Judiciário, com mandato de dois anos.

Antes da votação, o magistrado passou pela sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). O cargo de corregedor, ocupado por um integrante do STJ, envolve receber e acompanhar denúncias contra magistrados em todo o país, funcionando como um elo entre o Judiciário e o CNJ durante o mandato de dois anos.

Benedito Gonçalves afirmou, durante a sabatina, que os juízes devem renovar diariamente o compromisso com a sociedade e destacou a importância da transparência e da responsabilidade institucional do Judiciário como pilares da função.

O cargo de corregedor é ocupado por um integrante do STJ e tem entre suas atribuições o recebimento e acompanhamento de denúncias contra magistrados em todo o país. O mandato no CNJ é de dois anos, conforme estabelecido para o cargo.

Na trajetória, Gonçalves atua no Judiciário desde 1988 e integra o STJ desde 2008. Entre 2019 e 2023, também cumpriu funções no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ampliando a visão sobre a atuação dos tribunais superiores e fortalecendo a experiência necessária para o cargo.

A aprovação representa um passo relevante para o CNJ, fortalecendo a supervisão de magistrados e a transparência institucional, já que o corregedor tem papel central na apuração de denúncias e no reforço de padrões éticos no Judiciário.

Qual é sua leitura sobre o papel do corregedor nacional de Justiça na fiscalização das atividades dos magistrados e na prestação de contas à sociedade? Compartilhe sua opinião nos comentários abaixo.

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