Resumo: Em Santa Catarina, a mulher Amanda Maria Sousa Oliveira, 38, foi presa após se passar por uma menina de 12 anos e viver por mais de um ano como filha adotiva de uma família. A polícia aponta que ela utilizava a identidade falsa “Gabriele” durante esse período e responde por estelionato e falsidade ideológica. Ela está em prisão preventiva desde 2 de junho.
Segundo a Polícia Civil, Amanda já tinha histórico de ocorrências em diversos estados do país. Além de Santa Catarina, há registros de ações atribuídas a ela em São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Goiás e Ceará, indicando um padrão de fraudes em diferentes regiões.
Em maio de 2023, a mulher já havia sido presa após enganar duas mulheres em Nova Iguaçu (RJ), fingindo ter 12 anos e alegando fuga do Nordeste por exploração sexual, usando a identidade falsa “Maria Eduarda”. De acordo com o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), Amanda contou às vítimas que nasceu em 2010 e que seus pais teriam aplicado “injeções de hormônios” desde os 4 anos, além de relatos de suposta prática de “bruxaria” por parte dos pais, o que supostamente levou as vítimas a ajudá-la com aluguel de moradia, roupas, comida e higiene.
O prejuízo relatado às vítimas, segundo o MPRJ, foi de cerca de 2 mil reais. A história de Amanda, que envolvia falsas origens e abusos simulados, fez com que duas mulheres aluguassem uma casa para acolhê-la e passassem a financiar itens básicos, com consequências materiais para elas. A investigação continua, com a Polícia Civil e o Ministério Público acompanhando os desdobramentos.
Galeria de imagens
Imagens acima mostram registros de comunicação e divulgação relacionados ao caso.



Palavras-chave: Amanda Maria Sousa Oliveira, Santa Catarina, estelionato, falsidade ideológica, caso judicial, bruxaria, identidade falsa.
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