VÍDEO: Trump chama situação política do Brasil de “perigosa” e se confunde ao falar sobre prisão de Bolsonaro Junior

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O presidente dos Estados Unidos, em seu segundo mandato, classificou a situação política do Brasil como perigosa e complicada durante entrevista na cúpula do G7. Ele também se confundiu ao comentar a situação legal de familiares do ex-presidente Jair Bolsonaro, sugerindo, de forma equivocada, que houve prisão de alguém próximo ao ex-chefe do governo brasileiro.

Questionado sobre se já tratou com o governo brasileiro de propostas de tarifas de importação de até 37,5% e de classificar facções criminosas brasileiras como organizações terroristas, Trump disse que o Brasil ficou “um pouco perigoso” do ponto de vista político e sinalizou abertura para discussões sobre ações comerciais norte-americanas. A fala ocorreu no contexto de debates sobre relações econômicas e segurança regional.

Durante a coletiva, Trump demonstrou desconhecimento sobre decisões recentes do Judiciário brasileiro. Ele mencionou a prisão de Bolsonaro Jr., algo que não ocorreu, repetindo uma impressão equivocada. Na prática, a Primeira Turma do STF condenou Eduardo Bolsonaro a quatro anos e dois meses de prisão, em regime semiaberto, por coação no curso do processo, e a decisão ainda cabe recurso.

Eduardo Bolsonaro vive nos Estados Unidos desde março de 2025, o que contribuiu para a confusão entre os fatos. O presidente americano também confundiu o ex-deputado com o irmão, o senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência, reforçando a mistura entre família e política que ganhou destaque no noticiário internacional.

Ao comentar o cenário, Trump disse que as autoridades brasileiras “jogam pesado”, mas alegou que as eleições em seu próprio país podem ser manipuladas. Em Genebra, o presidente Lula rebateu, afirmando que o Brasil não pode ser medido apenas pela relação com a família Bolsonaro e que é essencial respeitar a soberania nacional. Lula completou dizendo que não se pode permitir ingerência externa nas eleições brasileiras.

Essa troca evidencia tensão entre Brasília e Washington, com o Brasil defendendo a autonomia e a democracia diante de avaliações externas. E você, como enxerga o papel dos EUA na política brasileira hoje? Compartilhe sua opinião nos comentários e participe do debate sobre o encontro no G7 e suas repercussões no cenário regional.

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