Sesab, por meio da Suvisa e da Divast/Cesat, participou do Seminário Nacional de Enfrentamento ao Trabalho Infantil, realizado nos dias 16 e 17, no campus da UNEB, em Salvador. O encontro reforçou o papel do SUS na proteção de crianças e adolescentes e destacou ações integradas de vigilância, saúde e encaminhamentos para erradicar o trabalho infantil.
Durante o evento, a diretora da Divast/Cesat, Dra. Letícia Nobre, apresentou a palestra “O papel do SUS no enfrentamento do trabalho infantil e na proteção da saúde” e a mesa contou com representantes de áreas como saúde, educação, assistência social, justiça, segurança pública, trabalho e renda, além de pesquisadores e organizações da sociedade civil.
A participação da Divast/Cesat evidencia uma linha de atuação da Suvisa que vai da vigilância à prevenção, monitoramento e promoção da saúde em todo o território baiano. A vigilância não se resume a doenças: também identifica situações de risco, como o trabalho infantil e acidentes de trabalho, para interromper ciclos de dano à saúde.
Destaque para a publicação “Orientações Técnicas para Ações de Atenção Integral e Vigilância da Saúde de Crianças e Adolescentes em Situação de Trabalho Infantil no Estado da Bahia”, criada para apoiar a Renastt-BA e fortalecer ações de vigilância, cuidado e encaminhamentos necessários, incluindo notificação de casos e medidas de vigilância.
A Sesab ressalta que proteger a saúde de crianças e adolescentes exige atuação integrada: identificar precocemente sinais de trabalho infantil impede adoecimentos e violações, contribuindo para o desenvolvimento saudável e o cumprimento de direitos. O seminário é uma parceria entre FNPETI, Justiça do Trabalho, ministérios, OIT, UNEB, Secretaria de Justiça e Direitos Humanos da Bahia e Sesab, fortalecendo a rede de proteção.
A Suvisa reforça seu papel estratégico na proteção da saúde baiana, atuando com redes intersetoriais para prevenir agravos e promover ambientes de vida mais seguros. Deixe sua opinião nos comentários: como você enxerga o combate ao trabalho infantil na sua região e que ações poderiam fazer a diferença no dia a dia?
