Dark Horse: GDF pede R$ 1 milhão de volta de ONG por falha em parceria

Escrito por: Diógenes Cunha

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Resumo para SEO: a FAP-DF notificou Karina Ferreira da Gama, proprietária da produtora do filme Dark Horse, sobre irregularidades em um contrato de R$ 5 milhões com o Instituto Conhecer Brasil (ICB), firmando a cobrança de dívida preliminar de R$ 1 milhão pela não apresentação da prestação de contas, enquanto o ICB contesta a leitura da fundação.

O acordo, assinado em 2023 entre a FAP-DF, a SEE-DF e o ICB, tinha inicialmente o valor de R$ 4 milhões e recebeu, em 2025, um acréscimo de R$ 1 milhão, totalizando R$ 5 milhões. O objetivo era desenvolver o programa Steam Maker, voltado a transformar ambientes educacionais com habilidades transdisciplinares por meio de prototipagem pedagógica e do conceito maker.

Em 12 de junho, a FAP-DF notificou o ICB quanto à omissão na prestação de contas da parceria. A Secretaria de Educação avaliou tecnicamente a inexecução integral das ações previstas no Termo Aditivo nº 2, no valor de R$ 1 milhão, e a fundação informou que realizará nova análise da execução física e financeira para observar possíveis ressarcimentos.

“Discordamos da interpretação da FAP-DF e apresentamos as comprovações aos órgãos competentes”, disse o ICB. A instituição afirma manter o diálogo com os órgãos envolvidos, encaminhando documentos, relatórios e evidências para subsidiar a avaliação dos resultados.

Conforme o órgão, o contrato com o GDF envolve a produção de conteúdos vinculados ao filme Dark Horse, que trata da trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro. Entre 2023 e 2026, o texto também aponta etapas de fiscalização, com a FAP-DF condicionando novas manifestações conforme o contraditório e a ampla defesa.

A notícia também menciona que, em 2026, a ONG passou por investigações em outra frente: uma operação da Polícia Civil de São Paulo relacionada a suspeitas de desvios em um contrato de 108 milhões de reais para instalação de wi?fi em comunidades periféricas, com apurações sobre falhas desde a origem da contratação pela SMIT, o que acrescenta contexto sobre a atuação da instituição nesse período.

Concluo pedindo a sua opinião: você vê risco ou transparência nas parcerias entre governo e ONGs em projetos de educação e cultura? Compartilhe seus pensamentos nos comentários e acompanhe os desdobramentos deste caso para entender como as contas públicas são acompanhadas.

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