Mulher que fingia ter 12 anos fará exame de sanidade mental nesta 6ª

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Um caso de engano envolvendo Amanda Maria Souza de Oliveira, que se passava por uma menina de 12 anos, levou o processo judicial em Joinville, Santa Catarina, a ficar suspenso até a conclusão de um laudo de sanidade mental.

Amanda, natural do Ceará, foi presa em 2 de junho após se aproximar de uma família religiosa no distrito de Pirabeiraba, apresentando-se como uma jovem em vulnerabilidade. A família chegou a acolhê-la por cerca de 14 meses, mantendo-a na residência e cobrindo despesas com alimentação, moradia e saúde, inclusive promovendo uma festa de aniversário em homenagem a uma menina de 12 anos.

Para sustentar a farsa, ela alegava autismo e outros problemas de saúde, fingia comportamentos de criança — com mamadeira, chupeta e objetos de apego para dormir — e simulava crises emocionais durante a madrugada para reforçar a narrativa de que era uma menina de verdade.

A Justiça autorizou a perícia psicológica pela Polícia Científica de Santa Catarina, e a suspensão do processo ficará mantida até o laudo ficar pronto. Enquanto isso, Amanda permanece detida no Presídio Feminino Regional de Joinville, sob decisão que converteu a prisão em flagrante.

Conforme a polícia, Amanda acumula condenações, prisões e investigações em ao menos sete estados: Ceará, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Em todos os casos, ela utilizava nomes falsos e se apresentava como criança ou adolescente para obter abrigo, doações e assistência.

No Rio Grande do Sul, ficou seis meses em abrigo público; em Minas Gerais, enganou instituições em Belo Horizonte e Montes Claros ao afirmar ter 13 anos; no Rio de Janeiro (2023), fingiu ser vítima de abuso para sensibilizar moradores; em Goiás foi condenada por falsidade ideológica ao se apresentar, durante um atendimento médico, como menina de 11 anos. Em São Paulo, um exame de idade óssea, realizado em Jundiaí em 2022, confirmou que a suposta adolescente era uma mulher adulta. Agora, com a descoberta em Joinville, ela aguarda o resultado do laudo que pode influenciar o andamento do processo.


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Entenda como o golpe aconteceu

  • A denúncia do Ministério Público de Santa Catarina aponta que Amanda se aproximou de uma família religiosa em Joinville, afirmando ter experiência em panificação e buscando uma oportunidade de trabalho.
  • Com o tempo, relatou dificuldades pessoais e acabou sendo acolhida pela família, primeiro com o pseudônimo Gabriele e depois como uma criança vulnerável.
  • Ela permaneceu na casa por cerca de 14 meses, chegando a viver como filha adotiva e até a participar de uma festa de 12 anos.

Histórico de golpes

Segundo a polícia, Amanda acumula condenações e investigações em sete estados: Ceará, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Em todos os casos, ela utilizava nomes falsos e se apresentava como criança ou adolescente para obter abrigo, doações e assistência.

No Rio Grande do Sul, ficou presa por seis meses em abrigo público; em Minas Gerais, enganou instituições em Belo Horizonte e Montes Claros ao afirmar ter 13 anos; no Rio de Janeiro, em 2023, fingiu ser vítima de abuso para sensibilizar moradores. Em Goiás, foi condenada por falsa ideologia ao ser flagrada durante atendimento médico, alegando ter apenas 11 anos. Em São Paulo, foi descoberta por meio de exame de idade óssea em Jundiaí, realizado em 2022, que confirmou tratar-se de uma mulher adulta.

Agora, após a revelação em Joinville, Amanda continua presa no Presídio Feminino da cidade, aguardando a conclusão do exame de sanidade mental que pode influenciar o andamento do processo criminal.

Queremos ouvir você: o que acha das informações apresentadas e das medidas tomadas pela Justiça neste caso? Deixe seu comentário com sua visão sobre o assunto.

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