Prints expõem plano de filho e namorada para matar mãe por herança

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Resumo: em Mairiporã, a Polícia Civil investiga uma tentativa de homicídio contra a mãe adotiva, Dona Cida. O filho adotivo Nicolas dos Santos Nunes, de 22 anos, foi preso e a namorada dele, de 17, é suspeita de instigar o crime para ficar com a herança. A vítima apresentou sintomas que levaram à suspeita de envenenamento, e o caso já tramita como boletim de ocorrência em apuração.

Segundo as investigações, mensagens entre Nicolas e a namorada revelam que ela pressionava o rapaz a acelerar o crime, sugerindo que, após a morte, o casal poderia viver sem interferências da família.

Em uma troca, a adolescente escreveu: “Se livra logo dessa puta.” Em outra, disse que, após a morte da vítima, teriam uma casa para morar apenas entre eles, fortalecendo o tom da ameaça e do planejamento.

Em um trecho divulgado pela polícia, Nicolas enviou uma foto da substância ao lado de um prato e escreveu: “Pronto, veneno pronto. Tô nervoso, amor. Tive que macetar, era em grão.” A vítima chegou a ingerir o alimento, conforme as evidências reunidas até o momento.

A vítima começou a apresentar vômitos, tonturas e fortes dores abdominais, levando a família a levá-la ao hospital. Exames indicaram possibilidade de envenenamento, o que originou o boletim de ocorrência. A Polícia Civil também apura a discussão entre o casal sobre diferentes formas de matar Dona Cida e a possível utilização de venenos para ratos ou formigas, com tentativas de ajustar o plano caso o veneno não fosse eficaz.

Durante o interrogatório, Nicolas confirmou ter colocado veneno para formigas na comida da mãe e do padrasto, mas negou ter utilizado chumbinho. Ele afirmou que a ideia original partiu da namorada, que também estaria envolvida no planejamento e na execução do crime. Além disso, o delegado investiga movimentações financeiras feitas com os cartões da vítima para entender o alcance do suposto golpe.

O caso permanece em apuração. A adolescente foi ouvida com acompanhamento legal e pode responder por ato infracional relacionado aos crimes investigados. A polícia solicitou internação provisória dela, a conversão da prisão de Nicolas em preventiva e a quebra do sigilo dos celulares apreendidos. Dona Cida, após o suposto envenenamento, também pediu medidas protetivas com base na Lei Maria da Penha. A investigação busca confirmar quais substâncias foram usadas, por quanto tempo ocorreu o envenenamento e se houve participação de outras pessoas.

Galeria de imagens

O conteúdo é repassado com o objetivo de informar com clareza o andamento do caso, sem deixar de lado a responsabilidade das autoridades em apurar todos os elementos para que a justiça possa agir com base em fatos concretos.

Como você encara casos que envolvem familiares e crimes dessa natureza? Deixe sua opinião nos comentários e participe do debate sobre prevenção, proteção de vítimas e o papel da lei nesses cenários complexos.

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