Defesa de empresário preso na Espanha segue aguardando acesso aos autos; baiano segue preso

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Resumo: Após a prisão de Marcelo Nabuco Zollinger, em alto-mar na Espanha, a defesa ainda não teve acesso aos autos. O empresário baiano, sócio da concessionária New Bahia Harley-Davidson, foi detido em um veleiro a 700 km ao sul das Ilhas Canárias, onde foram encontrados cerca de 500 kg de cocaína.

A Bahia Notícias apurou que o Gabinete de Advocacia Habib informou que não há informações sobre a tramitação do processo espanhol e que a defesa continua buscando acesso aos autos. Os advogados Sérgio Habib e Thales Habib destacam a presunção de inocência e afirmam que o devido processo legal, com contraditório e ampla defesa, precisa ser observado antes de qualquer decisão.

De acordo com a defesa, a informação pública aponta que o caso será enfrentado com base na garantia de direitos, mantendo o princípio de que a responsabilização penal só pode ocorrer mediante processo legal completo, com espaço para defesa e recursos cabíveis.

HISTÓRICO DA PRISÃO: o empresário baiano Marcelo Zollinger Filho, sócio da concessionária New Bahia Harley-Davidson, foi preso em um veleiro durante operação internacional de combate ao narcotráfico no Oceano Atlântico. No barco, foi localizada aproximadamente meia tonelada de cocaína, que foi confiscada pela polícia espanhola e integrará as provas do inquérito.

Segundo o portal Aratu On, a abordagem ocorreu sob condições climáticas desafiadoras, com forte agitação marítima; as equipes de inteligência vinham monitorando rotas suspeitas em águas transatlânticas. Após a detenção, os três suspeitos receberam coletes salva-vidas e foram transferidos para uma embarcação de apoio das forças de segurança. O veleiro foi rebocado até o Porto de Las Palmas, nas Ilhas Canárias, onde passou por perícia detalhada.

Todo o material apreendido permanece sob custódia, e a defesa sustenta que a fase de instrução criminal sequer foi iniciada, reiterando a necessidade do devido processo legal para esclarecer as acusações. A operação, ainda em sigilo judicial, mantém o foco em investigações que envolvem tráfico de drogas em alto mar e reforça a importância de procedimentos transparentes e observância de direitos fundamentais.

Como você vê a atuação de autoridades em operações transnacionais de combate ao narcotráfico e a garantia de direito à defesa nessas circunstâncias? Deixe sua opinião nos comentários e participe da discussão.

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