Fernando Ruas Guimarães havia sido denunciado também pelo Ministério Público de São Paulo, mas foi absolvido em 1ª e 2ª instâncias
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Resumo rápido: Em Ribeirão Preto, a influenciadora Aline Bardy Dutra, conhecida como Esquerdogata, foi condenada em primeira instância por desacato e desobediência após um episódio com policiais em 2022; o advogado Fernando Ruas Guimarães foi absolvido. Na segunda instância, Ruas foi absolvido de todas as acusações, e Aline teve a desobediência anulada, mantendo apenas a condenação por desacato. O caso segue em recurso.
Em 2022, no bar de Ribeirão Preto, Aline Bardy ficou embriagada e teria colado um adesivo de Lula na viatura da Polícia Militar. O Ministério Público de São Paulo apontou agressões contra policiais, incluindo socos, unhadas e pontapés. A defesa afirmou que os agentes teriam sido agressivos e que a influenciadora foi arrastada, além de alegarem que foi chamada de “vagabunda”.
Na primeira instância, a 4ª Vara Criminal do Foro de Ribeirão Preto entendeu haver elementos para condenar Aline por desobediência e desacato, destacando o desrespeito a ordens de identificação e os insultos atribuidos aos policiais, em presença de testemunhas.
O advogada Fernando Ruas Guimarães foi absolvido de todas as acusações naquele momento. A decisão apontou ausência de provas suficientes para atribuir-lhe participação nos fatos.
Na segunda instância, em novembro do ano passado, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) confirmou a absolvição de Ruas Guimarães e absolveu Aline do crime de desobediência, mas manteve a condenação por desacato contra a influenciadora.
Ou seja, hoje apenas a acusação de desacato permanece reconhecida pela segunda instância; a desobediência foi anulada. O processo segue trânquilo nos tribunais, com novas interpretações possíveis.
E você, o que pensa sobre esse desfecho? Compartilhe sua opinião nos comentarios sobre o caso Esquerdogata, a atuação policial e o papel dos advogados. Vamos conversar.
