A Samaritan’s Purse está ajudando as vítimas dos terremotos que atingiram a Venezuela na última semana, enviando um hospital de campanha e suprimentos de emergência para atender os sobreviventes. Voluntários especializados já chegaram ao país, e equipes devem reforçar os trabalhos nos próximos dias.
Hospital de campanha da missão pode atender mais de 100 pacientes por dia e incluir salas de cirurgia, UTI, farmácia e laboratório. Além da estrutura médica, a instituição enviou itens para abrigos, como cobertores, luzes solares e itens essenciais para as famílias afetadas. Franklin Graham, presidente da organização, afirmou nas redes sociais que o hospital móvel chega para salvar vidas e pediu orações pela população venezuelana.
Poucos dias antes, dois terremotos ocorreram em 24 de junho, com apenas um minuto de diferença, seguidos por réplicas que continuam. A missão já iniciou a montagem de um hospital de campanha em La Guaira, uma das cidades mais atingidas, para atender a demanda que cresce diante da destruição e do sobrecarregamento de hospitais na região.
A imagem retrata a gravidade do abalo: ![]()
Muitas estruturas foram danificadas após o terremoto. (Foto: Reprodução/Samaritan’s Purse)
A situação na Venezuela é grave: segundo o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, pelo menos 1.450 pessoas morreram, 3.500 ficaram feridas e 12.721 perderam suas casas. Cerca de 774 edifícios foram danificados ou desabaram, entre eles hospitais. Rodríguez destacou que estamos em horas críticas para salvar vidas e que a ajuda internacional tem sido fundamental, com 2.624 socorristas e 137 cães farejadores já mobilizados para as buscas.
A UNICEF aponta que aproximadamente 680 mil crianças precisam de auxílio humanitário, e especialistas alertam para a necessidade de apoio psicológico aos sobreviventes. Enquanto equipes venezuelanas e internacionais trabalham entre escombros, organizações humanitárias mantêm o foco em atender famílias atingidas, com a esperança de reduzir o sofrimento e reconstruir a vida das comunidades afetadas.
E você, o que acha da resposta humanitária diante de uma tragédia tão marcada pela necessidade de recursos médicos, abrigo e apoio emocional? Compartilhe sua opinião nos comentários e conte como você vê o papel da cooperação internacional nesse tipo de crise.
