4.734 pessoas perderam a vida e 16.740 ficaram feridas após os terremotos que atingiram a Venezuela, segundo atualização divulgada na terça-feira (14) pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez. O balanço também aponta que 6.462 sobreviventes já foram retirados debaixo dos escombros desde o início das operações de busca, revelando a gravidade da tragédia que começou no fim de junho.
De acordo com o novo relatório, não houve novos resgates de pessoas com vida desde 2 de julho, embora as equipes de emergência continuem trabalhando para tirar vítimas das estruturas ruídas. Em números, 6.462 sobreviventes já foram localizados ao longo do esforço de busca.
Os tremores, ocorridos em 24 de junho, tiveram magnitudes de 7,2 e 7,5 na escala Richter, considerados os maiores abalos já registrados no país desde 1900, segundo autoridades locais. Os impactos se estendem principalmente ao litoral, com prejuízos significativos em várias regiões.
O estado costeiro de La Guaira concentrou a maior parte dos danos estruturais, aumentando a pressão sobre a infraestrutura civil. Avaliações preliminares da ONU indicam colapsos e falhas generalizadas nesse setor, sinalizando a dimensão da crise humanitária que se desenha na Venezuela.
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