Uma mulher que se fingia de delegada no Distrito Federal foi presa em Goiânia, suspeita de estelionato ligado a um golpe de mega hair. Moradores de um condomínio a denunciaram por perturbação do sossego e por manter uma suposta arma à mostra. Um vídeo obtido pela coluna Na Mira mostra Alessandra Ribeiro Souza Rodrigues dançando, segurando o celular e exibindo o equipamento ao lado de um carro com a porta aberta.
Identificada como Alessandra Ribeiro Souza Rodrigues, a mulher morava no Setor Jardim América e enfrentou denúncias do síndico do condomínio por circular com uma arma falsa e causar transtornos. Ela foi presa em Goiânia pela Polícia Civil de Goiás no último dia 6/7, sob suspeita de estelionato.
Veja: Em vídeo obtido pela coluna Na Mira, Alessandra aparece dançando enquanto segura o celular e exibe uma arma ao lado de um carro com a porta aberta.
Após a prisão em flagrante, a situação teve a prisão convertida em preventiva. A defesa conseguiu um habeas corpus, e Alessandra passou a responder ao processo em liberdade. A Justiça considerou que a arma apreendida era uma réplica (simulacro) e que a dívida com o salão havia sido quitada, fixando como medida cautelar o uso de tornozeleira eletrônica.
Golpe do mega hair: Segundo a Polícia Civil de Goiás, Alessandra é suspeita de aplicar um golpe de R$ 600 em um salão de Goiânia após realizar o procedimento, deixando o local sem pagamento. A suposta delegada também teria intimidado profissionais, ostentando uma arma de fogo, para não quitar a dívida.
Durante o cumprimento de mandado, a Polícia Civil apreendeu um celular, um distintivo de “delegado” e uma pistola de airsoft sem ponteira vermelha — itens que ilustram o contexto do suposto golpe. A divulgação da identidade da investigada pela autoridade policial visou identificar possíveis vítimas.
Como aconteceu o golpe: Em junho deste ano, no Setor Jardim América, Alessandra teria realizado um mega hair, não quitando a dívida (R$ 600) e, para intimidar, apresentou-se como delegada do DF, mantendo uma suposta arma de fogo à vista. Os funcionários, desconfiados, acompanharam até a residência da profissional, mas ela não pagou.
Ao cumprir o mandado, a polícia divulgou o nome e a imagem da investigada para ampliar a investigação e verificar se houve outras vítimas. O caso segue em apuração pelas autoridades.



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