O coração de Flávio Bolsonaro bate mais rápido. O de Lula, menos

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Pesquisas indicam variações regionais na corrida presidencial entre Lula e Flávio Bolsonaro



Pesquisas apontam variações regionais na corrida presidencial entre Lula e Flávio Bolsonaro

Lula e Flávio Bolsonaro, montagem -- Metrópoles
Lula e Flávio Bolsonaro, montagem — Metrópoles

Lula e Flávio Bolsonaro aparecem em cenários distintos nas últimas pesquisas de intenção de voto para um eventual segundo turno, com variações por região e perfil do eleitorado. Institutos nacionais divulgaram números que indicam vantagens diferentes para cada candidato, conforme o layout regional e demográfico.

O Instituto Gerp, em 24 de junho, apontou 42% para Flávio e 40% para Lula no segundo turno. Em 22 de junho, o mesmo instituto mostrou 46% a 45%, ressaltando que metodologias variam entre as pesquisas.

Já a Quaest, cuja divulgação ocorreu na quarta-feira anterior, indicou vantagem de Lula no segundo turno, 45% a 37%. O detalhamento da Quaest mostra variações entre grupos de eleitores e regiões.

Regionalmente, o Nordeste permanece como o principal diferencial a favor de Lula, enquanto o Sul continua com vantagem para Flávio. No Sudeste há empate técnico em alguns cenários, mas Lula aparece à frente em outros, com valores próximos a 40% frente a 37% de Flávio.

No recorte por gênero, Lula lidera entre as mulheres (47% a 34%) e também aparece à frente entre os homens (44% a 40%). Entre os eleitores mais jovens, a diferença é menor (Lula 42% vs Flávio 40%), e entre os maiores de 60 anos Lula abriu distância de 17 pontos.

Quanto à renda, Lula lidera fortemente entre os mais pobres (54% a 29%). Entre os mais ricos, a diferença caiu de 19 pontos a favor de Flávio em março para apenas 1 ponto, tornando o cenário mais equilibrado.

Entre os evangélicos, Flávio ainda mantém vantagem expressiva, mas a distância caiu para 22 pontos. Amanhã, a Datafolha apresentará sua nova rodada de pesquisas.

As informações são síntese das leituras das pesquisas citadas, com metodologia própria de cada instituto. Fica claro que os cenários variam conforme o recorte regional e demográfico, sem desconsiderar a necessidade de acompanhar novas divulgações oficiais.

Convidamos o leitor a participar da discussão sobre o momento das candidaturas nos comentários.


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