Bonecas trans com genitália removível para crianças geram debate nos EUA

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Notícia de última hora sobre a criação de bonecas com identidade de gênero trans, voltadas a crianças entre 4 e 10 anos, em Minnesota, Estados Unidos, com lançamento previsto ainda neste ano. A iniciativa envolve a Universidade de Minnesota e financiamento público e já suscitou reação de líderes cristãos e conservadores, que criticam o projeto, enquanto defesa da proposta aponta objetivos terapêuticos e pedagógicos. Segundo informações divulgadas pelo Fox News, parceiro do PrimeiroJornal, a iniciativa faz parte de um programa de desenvolvimento financiado com recursos públicos e apoiado pelo governador Tim Walz.

As bonecas, chamadas MyGenderDolls, teriam acessórios intercambiáveis e peças genitais removíveis, além de nomes neutros como Sam, Rory, Avery e Parker. A proposta afirma que os modelos ajudam crianças a compreender as diversas possibilidades de identidade de gênero, independentemente das características físicas. A Universidade de Minnesota descreve o projeto como ferramenta para profissionais de saúde e educadores a partir deste ano, conforme reportagem inicialmente publicada pelo The College Fix. O site oficial do produto afirma que as bonecas foram desenvolvidas para crianças com diversidade de gênero, entre 4 e 10 anos.

Segundo Ben Parchem, pesquisador de pós-doutorado da Universidade de Minnesota, as bonecas incluem mais de 100 peças de roupas, acessórios, bem como o uso de órgãos genitais internos e externos removíveis; a ideia acompanha um conjunto de roupas e penteados, em uma linha semelhante ao que se costuma chamar de “Sr. Cabeça de Batata” adaptado para identidade de gênero. A proposta, ainda conforme a universidade, envolve uma pesquisa de seis anos conduzida pela Faculdade de Medicina da instituição.

Críticos conservadores, incluindo o ex?presidente do American College of Pediatricians, Dr. Quentin Van Meter, classificaram o projeto como um possível “instrumento de grooming” e duvidaram de sua adequação ética em ambientes clínicos ou educacionais. A líder cristã Michele Tafoya, candidata ao Senado por Michigan, reagiu classificando as bonecas como “doentias e dementes” e afirmou estar “furiosa” com a iniciativa, especialmente por ocorrer em uma universidade pública financiada pelo contribuinte.

A reação também incluiu uma leitura crítica sobre o financiamento público do projeto, com questionamentos sobre a origem dos recursos e o papel da gestão estadual de Minnesota. Conforme informações divulgadas pelo The College Fix e pela New York Post, o projeto foi apresentado como parte de um programa de pesquisa do Departamento de Medicina Familiar e Saúde Comunitária da universidade, liderado pelos docentes Dianne Berg e G. Nic Rider, com Berg codirigindo o NCGSH e trabalhando com Ashley Finch. A narrativa também aponta que o conceito se inspira em modelos de bonecas de papel para visualização de anatomia e identidade de gênero.

A matéria cita ainda que o projeto tenha sido inserido em iniciativas de saúde pública sob o que a reportagem descreve como “governo esquerdista” de Minnesota, e que uma pesquisa anterior de 2024, referida pela instituição, foi posteriormente retirada. A reportagem observa que a ideia é controversa, com diferentes leituras sobre possíveis impactos terapêuticos e sociais.

PALAVRAS-CHAVE: bonecas de gênero, MyGenderDolls, Minnesota, educação sobre gênero, saúde infantil, Universidade de Minnesota, financiamento público, Tim Walz, identidade de gênero, controvérsia, jornalismo.

META DESCRIÇÃO: Reportagem sobre a controvérsia em Minnesota envolvendo as bonecas MyGenderDolls para crianças, com detalhes sobre financiamento público, participação universitária e reações de líderes cristãos.

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