Resumo: Salvador vive tensão na educação com denúncias de facções criminosas no Colégio Moa do Katendê; deputado Diego Castro (PL) aponta problemas de segurança e infraestrutura após vistoria e diz ter sido impedido de entrar pela diretora, que estaria alinhada com autoridades estaduais. Com episodes, o parlamentar promete encaminhar denúncias aos órgãos competentes.
Salvador, BA – O deputado estadual Diego Castro (PL) denunciou a suposta presença de facções criminosas no Colégio Estadual Moa do Katendê, localizado no Engenho Velho de Brotas, em Salvador. Em uma visita à unidade, ele afirmou ter verificado problemas de conservação na estrutura do prédio e apontou que grupos criminosos estariam influenciando o ambiente escolar.
Castro relatou ainda ter sido impedido de ingressar à escola pela diretora, que, nas redes sociais, teria dito estar “fechada” com o governador Jerônimo Rodrigues (PT), a ex-secretária estadual da Educação Rowenna Brito e a deputada Olívia Santana (PCdoB). O parlamentar descreveu o ocorrido como uma tentativa de impedir a fiscalização de uma unidade pública.
Além das questões de segurança, Castro destacou o estado de conservação da edificação, citando rebocos caindo e demais sinais de precariedade que, segundo ele, agravam o risco para alunos e trabalhadores da escola.
O deputado informou que pretende encaminhar as denúncias aos órgãos competentes e cobrar providências do governo estadual sobre as condições de segurança e infraestrutura do Colégio Moa do Katendê, garantindo transparência e acompanhamento da atuação pública na educação.
