Bebê dado como morto deixa a UTI e a família celebra a recuperação

Escrito por: Diógenes Cunha

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Resumo: Rio Claro, SP — Noah Gabriel da Cruz Santos, bebê nascido em 15 de junho, foi dado como morto ao ser encaminhado para cirurgia. Uma agente funerária encontrou sinais vitais dentro do saco funerário, e o bebê foi readmitido na UTI Neonatal. Ele segue, hoje, respirando sem aparelhos, em tratamento no Centrinho ligado ao HC de Bauru/USP. A família atribui a recuperação à intervenção divina.

Rio Claro, SP — Noah Gabriel da Cruz Santos, nascido em 15 de junho, foi encaminhado à UTI Neonatal logo após o parto. Enquanto aguardava transferência para uma cirurgia no Hospital das Clínicas de Bauru (HC), ele sofreu uma parada cardiorrespiratória ao completar um mês de vida. A Santa Casa de Rio Claro informou que a equipe médica realizou cerca de 45 minutos de manobras de reanimação e que o óbito foi constatado antes que o corpo fosse encaminhado para a retirada pela funerária.

Dois horas depois, a agente funerária Regina Célia Paschoal percebeu que o recém-nascido apresentava sinais vitais dentro do saco funerário. Ela relatou que Noah tossiu e respirou, o que levou à reavaliação imediata e à readmissão do bebê na UTI Neonatal. Em seguida, ele foi transferido para o Hospital das Clínicas de Bauru, onde continua recebendo tratamento.

A mãe, Letícia Cristina da Cruz Santos, contou à TV TEM que a evolução clínica tem sido positiva: Noah já está bem o bastante para usar roupinhas, deixou o berço aquecido e permanece sob observação. A família também mencionou a atuação da fé na recuperação, com a pastora Elizayka Hellen, da Assembleia de Deus Aliança em Cristo – Terra Nova, acompanhando o caso desde antes do nascimento e registrando publicamente a recuperação nas redes sociais.

Entenda o caso — Noah nasceu em 15 de junho e, logo após o parto, foi encaminhado à UTI Neonatal. Enquanto aguardava transferência para cirurgia no HC de Bauru, sofreu a parada cardiorrespiratória ao completar um mês. A Santa Casa de Rio Claro informou que foram realizados cerca de 45 minutos de manobras de reanimação; o óbito foi constatado e o corpo permaneceu na UTI até ser encaminhado para a retirada pela funerária. Cerca de duas horas depois, a agente funerária Regina Célia Paschoal observou sinais vitais no recém-nascido dentro do saco; Noah voltou a ser avaliado e readmitido na UTI, posteriormente transferido ao HC de Bauru, onde segue em tratamento. A família atribui a recuperação à intervenção divina.

Posicionamento institucional — A Santa Casa de Rio Claro informou que todos os protocolos técnicos e legais para a constatação do óbito foram seguidos e não identificou falha assistencial. O diretor médico Marco Aurélio Mestrinel destacou que os exames e equipamentos indicavam ausência de sinais vitais, classificando o episódio como extraordinário. O caso permanece sob acompanhamento médico e institucional, com a família acompanhando a recuperação de Noah.

Resumo jornalístico: Recém-nascido Noah apresenta retorno espontâneo da circulação após a interrupção de manobras de ressuscitação no Hospital Infantil Sabará. A comissão de ética da instituição investiga o caso, que ganhou atenção após divulgação pelo Fantástico, parceiro do PrimeiroJornal. Especialistas descrevem a ocorrência como extremamente rara.

No Hospital Infantil Sabará, o episódio envolve um recém-nascido identificado como Noah e a interrupção de manobras de ressuscitação que resultou no retorno espontâneo da circulação. A ocorrência permanece sob análise da comissão de ética da instituição, conforme apurado pelo Fantástico.

Síndrome de Lazarus— Um dos cenários descritos na literatura médica para esse tipo de evento é a síndrome de Lazarus, fenômeno em que a circulação se restabelece espontaneamente após a interrupção das manobras de reanimação. No caso de Noah, as características são consideradas ainda mais excepcionais pelos especialistas.

Em entrevista ao Fantástico, o gerente médico do Hospital Infantil Sabará, Nelson Horigoshi, afirmou que situações como essa são extremamente incomuns. “Normalmente são minutos. Mais ou menos 70% das pessoas que retornam, retornam em até cinco minutos. Olha só como o caso dessa criança é excepcional. A gente está falando de horas”, explicou o médico.

O caso permanece em avaliação pela comissão de ética da instituição, com a expectativa de que novos estudos contribuam para o entendimento de fenômenos raros de ressuscitação. A divulgação ocorre com base em informações do Fantástico, parceiro do PrimeiroJornal.

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