Resumo: Em Cusco, o Botafogo sofreu uma goleada de 6 a 1 para o Cienciano, abrindo as oitavas da Copa Sul-Americana, em altitude de aproximadamente 3.300 metros. O jogo de volta, no Nilton Santos, exige cinco gols de diferença para levar a decisão aos pênaltis; o Barradão, em Salvador, recebe o confronto deste domingo.
Cusco, Peru – Em uma noite de quinta-feira, o Botafogo enfrentou o Cienciano pelo confronto de ida das oitavas de final da Copa Sul-Americana e saiu com uma derrota elástica, por 6 a 1, no Estádio Garcilaso de la Vega. A partida foi disputada em uma altitude que beira os 3.300 metros acima do nível do mar.
No placar, Matías Succar e Neri Bandiera foram destaques ao deixarem o campo com dois gols cada, enquanto Marcos Martínich completou a goleada na etapa inicial. Do lado alvinegro, o atacante Matheus Martins anotou o gol de honra no segundo tempo, mas Succar e Bandiera voltaram a balançar as redes para ampliar a vantagem.
Apesar da estratégia da equipe carioca para frear bolas aéreas, o Cienciano impondo ritmo intenso, principalmente em jogadas pelas vias altas, deixou o Botafogo com grande dificuldade de reagir.
O técnico Franclim Carvalho classificou a atuação como um episódio que envergonha o clube, reconhecendo que as alterações na escalação não surtiram o efeito esperado.
Nahuel Ferraresi, zagueiro do Botafogo, foi direto ao analisar o desempenho: segundo ele, a equipe praticamente não competiu no primeiro tempo e saiu para o intervalo já com uma desvantagem de quatro gols.
O revés ganha importância para o Botafogo, que terá pouco tempo para se recuperar antes do Brasileirão. O próximo confronto ocorre neste domingo, 16, no Barradão, em Salvador, antes do jogo de volta, na , 20, no Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro.
Para avançar, o Botafogo precisa vencer o Cienciano por cinco gols de diferença no jogo de volta para levar a decisão aos pênaltis. Uma vitória por seis ou mais gols garante a classificação direta às quartas de final.
