brancos (48,68%), com 58,5% com ensino superior. Entre ocupações, empresários (12,5%) e advogados (8,2%) aparecem. 53 candidatos solicitaram nome social; registro encerrou no sábado, dia 15. 99,07% declararam-se cisgêneros.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) consolidou, em uma atualização estatística, o perfil dos candidatos que participaram do registro para as eleições de 2026. O levantamento, que inclui quem formalizou a candidatura até o encerramento do prazo na noite do sábado (15), revela padrões demográficos e profissionais entre os postulantes.
No que diz respeito ao gênero, a composição aponta que 65% dos candidatos são homens, enquanto as mulheres representam 35% do total registrado.
Em relação à cor/raça, os candidatos que se declaram brancos respondem por 48,68%, seguidos pelos pardos com 36,2% e pretos com 13,6%. Candidaturas indígenas somam 0,9% do total, com destaques para etnias como Makuxi e Guarani Kaiowá entre as mais frequentes.
No campo da escolaridade, 58,5% possuem Ensino Superior completo, totalizando mais de 12 mil candidatos, acima da média populacional. Outros 21,4% concluíram o ensino médio.
Em termos de ocupações profissionais, depois de a categoria Outros registrar 13,9%, destacam-se empresários com 12,5% e advogados com 8,2% entre as posições mais representadas.
Entre os que já ocupam mandatos, deputados respondem por 4,3% e vereadores por 3,9% do conjunto de candidaturas.
A pirâmide etária das candidaturas aponta maior concentração entre 40 e 59 anos, com as faixas 45 a 49 e 50 a 54 sendo as mais populosas.
No que tange ao estado civil, metade dos candidatos declarou ser casada (50%), enquanto 35% são solteiros e 12% divorciados.
O levantamento também traz dados sobre identidade de gênero e orientação sexual: 53 candidatos solicitaram o uso de nome social na urna; entre os que informaram identidade de gênero, 99,07% se identificam como cisgêneros e 0,9% como transgêneros.
Quanto à orientação sexual, a maioria se declara heterossexual (96,4%), com registros de candidados bissexuais (1,3%), gays (1,2%) e lésbicas (0,8%).
