Resumo: Salvador recebe o senador Flávio Bolsonaro (PL) em 17 de setembro, conforme anúncio do deputado estadual Leandro de Jesus (PL) durante ato no Farol da Barra. A agenda ainda é definida, com possível carreata e extensão para Feira de Santana, visando fortalecer a candidatura. O contexto envolve tensões no PL na Bahia, disputa com o PT e a situação de apoio à campanha presidencial de 2026.
Palavras-chave: Flávio Bolsonaro, Salvador, Bahia, 17 de setembro, Leandro de Jesus, PL, ACM Neto, Lula, 2026.
Salvador receberá o senador Flávio Bolsonaro (PL) no próximo dia 17 de setembro, conforme informações divulgadas pelo deputado estadual Leandro de Jesus (PL) durante um ato bolsonarista no Farol da Barra. A agenda do parlamentar ainda está sendo definida, mas a visita é vista como uma tentativa de mobilizar apoiadores na Bahia, estado estratégico para a campanha do PL.
Durante o ato, bandeiras associando Flávio Bolsonaro ao ex-prefeito ACM Neto (União Brasil) chamaram a atenção. Neto já afirmou que não dividirá palanque com o candidato do PL, sinalizando tensões locais no alinhamento entre siglas da base de apoio ao presidente eleito.
A visita ocorre em um momento delicado para o PL na Bahia, onde candidatos estaduais registram insatisfação com o nível de apoio à campanha presidencial de Flávio. A proximidade com o cenário nacional aumenta a expectativa de movimentos para fortalecer a presença do candidato em território baiano.
Pesquisas recentes indicam vantagem de Lula (PT) na Bahia, com 52,8% das intenções de voto, frente a 24,4% de Flávio Bolsonaro. O placar reforça a necessidade de ações que elevem a visibilidade do pré-candidato no estado, visto como crucial para os objetivos de 2026.
Segundo a apuração, a agenda pode incluir uma carreata e uma possível ampliação de atividades para Feira de Santana, segundo avaliação de bastidores. A região é considerada estratégica para consolidar apoio à chapa bolsonarista em eventual pleito nacional.
A situação interna do PL na Bahia está sob a liderança do ex-ministro João Roma, também candidato ao Senado, cuja gestão tem gerado descontentamento entre membros do partido, que defendem maior empenho na promoção da candidatura presidencial de Flávio. A tensão interna, aliados indicam, pode influenciar o ritmo e o alcance das ações no estado.
