Resumo
- busca orientação de Wagner Moura para transformar Feito Pipa na representação brasileira ao Oscar 2027.
- Première ocorreu no Festival do Rio, no Centro Cultural FGV, em Botafogo, Rio de Janeiro; Moura tem ajudado com contatos para Los Angeles.
- A produção foi anunciada como candidata brasileira ao Oscar 2027 em 16 de setembro; pré-estreia em Salvador está marcada para 28 de outubro.
- Feito Pipa acompanha a história de Gugu, um garoto de 11 anos, que cuida da avó Dilma em Ceará, em meio a temas como Alzheimer.
Rio de Janeiro — Em uma conversa durante a première de Feito Pipa no Festival do Rio, realizada no Centro Cultural FGV, em Botafogo, o ator Lázaro Ramos confirmou que recorreu ao colega Wagner Moura para orientar a campanha da produção como candidata brasileira ao Oscar 2027. O baiano detalhou que Moura tem ajudado com indicações e contatos para as cerimônias em Los Angeles, destacando que a parceria tem recebido apoio significativo.
Segundo Ramos, ele já pediu ajuda e contatos para as cerimônias em Los Angeles, e Moura tem contribuído. Ramos esteve em Los Angeles no início deste ano para acompanhar Moura na cerimônia do Oscar.
Ao Extra, o ator ainda revelou ter buscado orientação com o diretor Walter Salles, responsável por Ainda Estou Aqui, o primeiro filme brasileiro a levar o Oscar, em 2025. O artista afirmou que Salles, assim como Moura, foi acolhedor, oferecendo conselhos que ajudam a fortalecer a indústria cinematográfica brasileira.
A escolha de Feito Pipa como representante do Brasil na corrida pelo Oscar 2027 foi anunciada em 16 de setembro. A produção ainda passará pelo processo de seleção da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, responsável por definir os indicados à categoria de Melhor Filme Internacional. No dia 28 de outubro, o longa terá pré-estreia em Salvador, etapa classificatória para o Oscar.
Sobre o filme, a narrativa é ambientada no interior do Ceará e acompanha Gugu, interpretado por Yuri Gomes, um garoto de 11 anos que sonha em ser jogador de futebol e vive com a avó Dilma, interpretada por Teca Pereira. A relação entre os dois muda quando a saúde da avó se fragiliza e surgem os primeiros sinais de Alzheimer. Com medo de precisar deixar Dilma e morar com o pai, Batista, vivido por Lázaro Ramos, Gugu tenta esconder a situação; a produção tem direção de Allan Deberton.

