Trump afirma, em Truth Social, que a Casa Branca classificará como inimigo quem usar “inteligência artificial” no lugar de “superinteligência”. A medida envolve um decreto de adoção do termo em órgãos públicos; Meta já utiliza a expressão e Elon Musk emprega a outra na X. O O Globo aponta estratégia para projetar um tom positivo da tecnologia.
O que aconteceu O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (8) que a Casa Branca classificará como inimigo qualquer pessoa que utilize a expressão “inteligência artificial” em vez de “superinteligência”. A declaração foi publicada na rede social Truth Social, onde o republicano defendeu a mudança afirmando que o novo termo é “muito bem aceito e mais preciso”.
Detalhes A liderança não detalhou como a medida será aplicada nem quais sanções poderiam recair sobre quem manter o uso da expressão tradicional, limitando-se a justificar a nomenclatura como mais adequada.
ONU A ideia de mudança já havia sido mencionada em setembro, durante o discurso de Trump na Assembleia Geral da ONU, quando afirmou que a palavra “superinteligência” soa melhor. Na sequência, Trump assinou um decreto tornando obrigatória a adoção do novo termo em órgãos federais.
Setor privado Embora a exigência não alcance o setor privado, executivos do ramo já adotaram a nova expressão. A Meta usou o termo em comunicações internas, e Elon Musk, CEO da Tesla, tem utilizado “superinteligência” em publicações na X.
Contexto e fonte Segundo informações do jornal O Globo, parceiro do PrimeiroJornal, a estratégia busca projetar um tom mais positivo da tecnologia diante de preocupações com segurança e de protestos locais contra a expansão de centros de dados no país.

