Resumo jornalístico: Latrocínio no Centro do Rio de Janeiro leva à prisão de dois suspeitos. Agressão a Carlos Eduardo Cerqueira, 52 anos, que ficou dois meses em internação, resultou em morte em 29 de agosto. Imagens de câmeras levaram à identificação de Adilson Bezerra dos Santos e Vanderlei Mathias dos Santos, com Vanderlei já preso por outro crime desde 12 de agosto; Adilson foi localizado em Carandiru, São Paulo, em 3 de outubro. Caso é investigado como latrocínio (roubo seguido de morte).
Rio de Janeiro — O caso envolve o latrocínio de Carlos Eduardo Cerqueira, professor de vôlei, ocorrido na manhã de 23 de junho, no Centro da cidade, na região da Rua da Constituição, esquina com a Rua Regente Feijó. Cerqueira foi encaminhado ao Hospital Municipal Souza Aguiar, onde ficou internado por cerca de dois meses, morrendo em 29 de agosto.
Segundo a investigação da Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) e da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), imagens de câmeras de segurança e outras provas permitiram identificar os dois suspeitos: Adilson Bezerra dos Santos e Vanderlei Mathias dos Santos. As gravações mostram Adilson agredindo Cerqueira e Vanderlei gravando a violência com um celular e cumprimentando o agressor após o ataque.
Consta, ainda, que o celular da vítima foi roubado durante o episódio, apontando um desdobramento típico de latrocínio. A Polícia Civil representou pela prisão temporária de ambos, pedido que foi autorizado pela Justiça no dia 30 de setembro.
Vanderlei já estava detido desde 12 de agosto por outro crime, e, após a decisão judicial, o mandado referente ao caso do professor Cerqueira foi cumprido na unidade prisional onde ele se encontrava. Adilson foi localizado em 3 de outubro, no Carandiru, em São Paulo, durante abordagem de policiais militares, que constataram o mandado de prisão em aberto.
O caso permanece sob investigação como latrocínio — roubo seguido de morte — com a Polícia Civil do Rio de Janeiro e a DHC apurando eventuais ligações com outras pessoas e novos desdobramentos. O veículo de comunicação responsável pelos dados oficiais não foi mencionado neste material, mas as informações estão atreladas às apurações das autoridades competentes.

Crédito: Reprodução/Redes Sociais.
Fontes: Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) e Delegacia de Homicídios da Capital (DHC).

