Resumo
Salvador, Bahia: mesários da UFBA discutiram prorrogação do voto após as 17h no Vale do Canela. PT pediu urnas de papel; PL cobrou comunicação oficial do TRE. Maioria dos mesários deixou o local; eleitores aguardaram registro de ausentes, incluindo Flaviane Braga, 49 anos, que pode votar conforme a prorrogação.
Salvador, Bahia – Em frente à Faculdade de Administração da UFBA, no Vale do Canela, mesários discutiram, neste domingo (25), a possibilidade de prorrogar o horário de votação além das 17h. O recinto já abrigava urnas lacradas e não havia urnas físicas disponíveis para uso imediato, gerando tensão entre representantes de partidos.
O PT pressionou pela adoção de cédulas de papel, enquanto o chefe da seção informou a ausência de urnas físicas disponíveis. Do outro lado, fiscais do PL questionaram a falta de uma comunicação oficial do TRE sobre a extensão do horário.
Após aproximadamente uma hora de debate, os mesários receberam a orientação de permanecer no local até as 19h e registrar, em ata, os nomes dos eleitores que não conseguiram votar. Segundo informações da Folha de S. Paulo, a maioria dos mesários já havia deixado o prédio, conforme apurado em outra unidade da mesma Faculdade de Administração.
Flaviane Braga, comerciante de 49 anos, foi uma das eleitoras que não conseguiu votar. Ela ajudou pessoas a chegar aos locais de votação ao longo do dia, diante de problemas no transporte público da capital baiana. Ao chegar pouco depois das 17h, afirmou: “Eu vou votar. Se a lei disse que foi prorrogado, eu tenho direito de votar”, decidiu permanecer no local.
