Resumo: Luís Eduardo Magalhães (BA) — no segundo turno das eleições presidenciais, Lula da Silva ampliou a votação no município em 22,6%, mas não venceu Flávio Bolsonaro (PL). O petista subiu de 20.173 votos no 1º turno para 24.739 no 2º, incremento de 4.566. Bolsonaro passou de 38.496 para 39.688 votos, alta de 3,1%. A diferença caiu de 18.323 para 14.949 votos. Nacionalmente, Lula venceu com 51,7% dos votos válidos; na Bahia, Lula ganhou em 413 dos 417 municípios, enquanto Bolsonaro foi maioria em algumas cidades. A abstenção caiu, e houve repercussão sobre vídeo gravado por Nikolas Ferreira. Fontes: G1, Globonews (Valdo Cruz).
Em Luís Eduardo Magalhães, o 1º turno registrou 20.173 votos para Lula, que subiu para 24.739 no 2º turno; Flávio Bolsonaro passou de 38.496 para 39.688 votos. A diferença entre os dois caiu de 18.323 votos no 1º turno para 14.949 no 2º turno, mantendo o município entre os redutos bolsonaristas, mas com sinais de aquecimento da campanha de Lula.
No âmbito nacional, a integração de dados aponta para a vitória de Lula com 51,7% dos votos válidos, frente a 48,2% de Flávio Bolsonaro. Na Bahia, o petista venceu em 413 dos 417 municípios; Bolsonaro teve maioria em poucas cidades, entre elas Buerarema, Itamaraju e Teixeira de Freitas, conforme o levantamento.
Sobre o comportamento local, a abstenção em Luís Eduardo Magalhães caiu de 17.190 no 1º turno para 15.255 no 2º turno (queda de 11,3%). Os votos brancos passaram de 744 para 596, e os votos nulos recuaram de 1.128 para 861, conforme apuração regional.
A campanha também foi marcada por polêmica envolvendo Nikolas Ferreira (PL-MG), que gravou um vídeo com eleitores da cidade criticando o governo federal. Segundo informações obtidas pelo colunista Valdo Cruz, da Globonews, a intenção era reduzir a dianteira de Lula no Nordeste. A gravação gerou críticas entre aliados de Bolsonaro, que questionaram a escolha de entrevistados, inclusive por some proprietários de caminhonetes de alto valor.
A resposta de Lula e de sua campanha foi explorar o episódio como evidência de desrespeito aos eleitores nordestinos, enquanto a narrativa de Bolsonaro buscou defender a estratégia de comunicação adotada. As informações, com atribuição aos veículos parceiros citados, refletem o desfecho de uma disputa marcada pela intensa retórica regionalizada.
