Bandeira tarifária verde permanece em novembro, diz Aneel
Resumo: Aneel confirmou a continuidade da bandeira verde nas contas de luz em novembro, sem cobrança adicional. Em outubro, a bandeira verde substituiu a amarela, que acrescentava R$ 1,885 por 100 kWh. Bandeiras vermelhas seguem com R$ 4,46 (Patamar 1) e R$ 7,87 (Patamar 2) por 100 kWh, refletindo os custos de geração.
Brasil — Pela segunda vez consecutiva, as contas de luz não terão cobrança de tarifa extra, segundo a Aneel, nesta sexta-feira (30). A manutenção da bandeira verde permanece em novembro devido às condições favoráveis de geração, conforme a agência reguladora.
A bandeira tarifária verde voltou a vigorar em outubro, após cinco meses de bandeira amarela, que tem custo adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN).
“O aumento de chuvas nas regiões onde estão localizadas as principais usinas hidrelétricas traz equilíbrio aos reservatórios. Nesse cenário, não haverá necessidade de acionamento adicional de termelétricas, cujo custo é mais elevado”, explicou a Aneel.
Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em cores, as bandeiras indicam quanto custa gerar a energia usada por residências, comércios e indústrias.
As cores das bandeiras tarifárias são definidas a partir da previsão de variação do custo da energia no mês. Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há acréscimo; quando vermelha ou amarela, há acréscimo por cada 100 kWh consumido.
- Bandeira amarela: acréscimo de R$ 1,88 para cada 100 kWh consumidos, em condições de geração menos favoráveis.
- Bandeira vermelha (Patamar 1): acréscimo de R$ 4,46 por 100 kWh consumidos.
- Bandeira vermelha (Patamar 2): acréscimo de R$ 7,87 por 100 kWh consumidos.





